Sinceramente custa a perceber uma opção de se não comparecer numa E3, mas no entanto, como os dados apontam, não se deverá julgar sem se conhecer os planos da Sony. Seja como for, é nossa opinião que a Sony não aparecer na E3, sem mais explicações, deixa no ar uma imagem de grande desrespeito pela industria, por quem os apoia, e mesmo pela comunidade gamer.
A Sony anunciou que não só não fará a sua habitual conferência na E3 2019, como não estará mesmo presente na feira. Esta atitude, diga-se o que se disser, terá consequências na imagem da Sony, e só poderá ser compensada por algo de extremamente compensador para os fans da marca.
Seja como for, para o público em geral, aquele que não anda atrás de informação específica, a E3 é a maior montra mundial dos videojogos, e a Sony falhar esta feira, pela primeira vez em 24 anos, irá certamente deixar muitas questões no ar, e acredita-se que mesmo com outras situações previstas, esta escolha irá danificar a imagem da Sony junto de todos os intervenientes na industria.
Convêm não esquecer que em 2013 foi na E3 que a Sony teve uma das suas apresentações mais carismáticas desta geração. Uma apresentação que não pode ser dissociada do sucesso da PS4 neste geração! A E3 sempre foi, e ainda continua a ser, pelo menos a nível da percepção geral e mundial (apesar de para quem está envolvido no meio a Gamescom poderá estar a ser percepcionada como mais relevante), a feira mais mediática do mundo. É aqui que se juntam os maiores nomes da industria, é aqui que se dão a conhecer as novidades para os tempos que se aproximam. É a feira que mais impacto tem junto da população em geral.
Ao revelar que não estará presente, sem anunciar mais nada, a Sony pura e simplesmente deixa a entender, no mínimo, que não terá nada mais de relevante para mostrar. E isso é uma imagem execrável que passa para o consumidor, em particular o menos informado. Nem a Microsoft nos momentos de maior “seca” da sua Xbox One, deixou de comparecer na E3, enchendo-a de novidades de terceiros. Recorde-se inclusive que muitos pequenos produtores que apoiam a Sony, somente tem estas feiras e estas exibições da marca para promover os seus produtos. Mas se falarmos apenas de jogos exclusivos, no caso da Sony, nem sequer podemos falar de seca, pois vejamos o que ainda há para ser lançado a esse nível:
Ghost of Tsushima
Days Gone
Death Stranding
Concrete Genie
The Last of Us Part 2
Dreams
Entre outros jogos que possam ter passado, estamos aqui com uma boa lista de jogos, alguns deles bastante esperados e um deles um dos grandes nomes de sucesso (TLOU). Diria por isso mesmo que há aqui jogos enormes! E numa quantidade que superam aquilo que foi a oferta exclusiva da Microsoft em alguns anos. Daí que nunca tendo a Microsoft deixado de comparecer na feira (apesar de cortes na dimensão do stand), porque a Sony o faz agora?
A ainda por cima, isto acontece num ano em que a Sony comemora as bodas de prata (25 anos) do lançamento da sua primeira Playstation. E só isto era mais do que suficiente para uma E3. Mesmo sem nada de novo para se mostrar, uma E3 com alguns jogos novos, e uma apanhado de celebração da vida da Playstation, seria um sucesso!
É por isso inegável que a Sony actuou mal! Se há algo que vai fazer para substituir a E3, e isso aparenta estar sub-entendido no seu comunicado onde refere que não estará presente, deveria ser um pouco mais clara sobre o que se vai passar. Não o fazendo, a sua imagem fica prejudicada, mesmo que junto de alguns tal possa acontecer apenas temporariamente. Para todos os efeitos a imagem que se passa, especialmente depois de não se ter realizado igualmente a PSX 2018, alegando-se algo semelhante a não existirem verdadeiramente novidades suficientes para a justificar, é de abandono. Para todos os efeitos, a última aparição da Sony foi na E3 2018 e, com a indicação da não presença na E3, não há qualquer indicio de quando esta poderá voltar a aparecer. É uma previsão de mais de um ano sem um evento mundial de impacto no publico. É uma imagem terrível que se passa, e que não lembraria a ninguém que alguma vez pudesse acontecer!
A nosso ver, independentemente de ser grande ou pequeno, a Sony não aparecer na E3 2019 é um erro!
Como contraponto é certo que a Playstation tem uma imagem que lhe permitiria sobreviver a isso, mas essa imagem foi construída exactamente por não acontecerem coisas destas! Acontecendo estas situações, a imagem da consola começa a ficar corroída, e as pessoas não perdoam nos fóruns e redes sociais. Se a Sony não tem o que oferecer, há outros que tem. e essa realidade não pode ser negada.
Daí que esta situação dá o que pensar! A Sony não está exactamente sentada num produto de pouco sucesso! A PS4 vende bem, mas também precisa de vender bem. É um produto mais do que essencial para a a continuidade do sucesso financeiro da Sony e que necessita de forçosamente ser mantida como de sucesso e com uma imagem de sucesso e suporte!
Daí que na nossa perspectiva, salvo um erro crasso enorme, a Sony terá forçosamente algo para 2019 que substitua a E3. E pela relevância da data (a Playstation faz 25 anos em 2019), algo bastante grande, acreditando que, no fundo, a sua grande falha não será na habitual comunicação e apresentação dos seus jogos aos fans, mas sim pela indefinição e incerteza que a empresa deixou no ar ao não anunciar juntamente com o corte, a actividade de substituição.
E quanto à PS5?
A pergunta incontornável que fica aqui é: Que actividade é essa e que implicações, se alguma, esta situação pode ter sobre a data de lançamento da PS5?
Seguindo aquilo que é dito nos foruns de discussão, encontramos duas teorias em vigor que permitem analisar essa questão. Uma que tenta satisfazer a ideologia de um lançamento da PS5 em finais 2020, e outra que, pelos motivos que explicitaremos, nos parece mais coerente, que não exclui ainda 2019, mas aponta como eventualmente mais provável o lançamento em inícios de 2020, e acima de tudo ainda dentro do ano fiscal de 2019.
Resumidamente o primeiro rumor explica a ausência da E3 2019 porque não haveria nada de relevante para mostrar, referindo depois um anuncio da consola na PSX 2019, com uma revelação total na E3 2020 e lançamento em Novembro de 2020.
Este rumor peca, a nosso ver, por vários motivos. Para começar, não é verdade que a Sony não nada de relevante para mostrar na E3 2019. Dreams por exemplo foi pouco explorado, Ghost of Tsushima só mostrou um pedaço de jogo jogado, e Tlou 2 pode mostrar muito, mas muito mais. Isto não falando de jogos de terceiros e indies. No fundo há aqui muito para mostrar! Mais do que a concorrência teve em alguns anos.
Depois, este rumor implica que a PS4 se manteria no mercado mais dois anos. Dois anos em que já em 2018 a Sony entende que não tem verdadeiramente nada de novo para mostrar, não comparecendo na E3 em 2019, e onde teria certamente ainda menos desta consola para mostrar na E3 2020.
Basicamente aceitar essa ideia seria dizer que a Sony estava a optar por mais de dois anos sem grandes novidades, e onde em 2020, o espaço PS4 na E3 seria basicamente de repetição do pouco que ainda não tivesse sido lançado, e basicamente já conhecido, ou do pouco que venha a aparecer. No global a PS4 seria esmagada pelas novidades PS5, apesar de ainda ir ser a consola dominante por mais 6 meses. Mesmo aceitando que a PS4 possa vender só pelo nome, isto parece-nos uma situação perfeitamente inaceitável para uma empresa que necessita da consola para a sua subsistência. Aliás uma situação nada condigna daquilo que a Sony tem sido e continua a ter de ser.
Segundo esta hipótese deste rumor, até Novembro de 2020 teríamos 2 anos onde o desenvolvimento e suporte da Sony à PS4, que seria a consola que se manteria à venda, teria descido abaixo dos tão criticados níveis da Microsoft, ficando, tal como a sua concorrente o fez, a viver dos títulos já conhecidos e de adiamentos dos mesmos para fazer “durar o peixe”. Mas aqui seria pior, pois a expectativa seria sempre forçosamente baixa e com a sombra de uma nova geração.
Uma coerência deste rumor seria a revelação na festa dos 25 anos realizada na PSX 2019, com a PS4 a guardar o que ainda possui para essa altura. Tal explicaria de certo modo a ausência da E3, mas diga-se que quando Andrew House da Sony criticou a Microsoft por ter apresentado a sua Xbox One X com tanto tempo de antecedência referindo que a Sony é mais defensora de uma política estilo Apple e do género “Disponível desde já”, esta revelação um ano antes seria um contra-senso. Será que as políticas que House deu a conhecer mudaram? Será que a Sony vai fazer o mesmo que a Microsoft fez, condicionando as vendas da PS4 Não só com um baixo suporte, mas igualmente sob perspectiva de uma nova consola, desta vez de nova geração?
Será que a Sony vai cair nestes erros? Será que a Sony mudou face à empresa que foi nesta geração e que conseguiu sair do buraco financeiro em que se encontrava? Será que a saída de Kaz Hirai fez a Sony voltar às más escolhas?
É uma hipótese!
Confesso que caso isto acontecesse, tal deixar-me-ia seriamente preocupado com a liderança e futuro da Sony. E se atitudes idênticas foram criticadas nos outros, porque não haveriam de ser igualmente criticadas aqui? A Sony estaria a expor-se demasiadamente, e sem qualquer necessidade. Tudo por causa de uma misera escolha de não comparecer numa E3 que basicamente acabaria por ter sido apenas para poupar uns tostões que na prática iriam custar à empresa largos milhões.
Há contudo uma alternativa a este rumor:
O outro rumor é uma variante do primeiro, sendo que apresenta umas ligeiras variações.
Segundo alguns leaks do Insider Osiris Black, a PS5 deverá ser revelada em breve num evento da Sony (eventualmente em Fevereiro ou logo após a E3), ocorrendo o lançamento em finais de 2019, inícios de 2020, com a revelação total a ser feita na PSX 2019.
Lendo as conversas que se seguem a esta revelação, a Sony mantêm como intenção o final de 2019 para lançar a sua consola, colocando como data alternativa, e se calhar neste momento a mais provável, um lançamento até Março de 2020. O lançamento em finais de 2020 não estará fora de hipótese, mas somente se algo de anormal ocorresse que obrigasse a isso.
Ainda de acordo com as conversas associadas a este rumor, a Sony nesta fase pré lançamento, quer mesmo seguir o modelo da Apple, apresentando a consola em cima do seu lançamento, e passando a fazer apresentações em eventos seus, o que explicaria a ausência da E3, onde se sabe que tudo o que for apresentado por terceiros aparecerá nas suas consolas devido a ser líder de mercado. Sendo que os jogos que alguns dos jogos que deverão sair nesta fase deverão ser Cross Gen, coloca-se a hipotese de a Sony poder pretender guardar os mesmos para serem apresentados junto com o anuncio da consola.
Comparativamente ao outro rumor, apesar de na sua pior das hipóteses, este acabar por ser igual, ele revela-se bem mais justificado, não mostrando a clara intenção da Sony poder ficar dependente de uma PS4 durante 2 anos. Depois, a festa dos 25 anos ganharia uma maior relevância, ao não se limitar a revelar uma PS5, mas sim a apresenta-la. Uma consola que se apoiaria no sucesso da PS4 e que continuaria a saga da playstation para os anos que se seguem e, quem sabe, com uma edição comemorativa das bodas de prata da consola.
Este segundo rumor, apesar de no fundo ter tanto valor como o primeiro (é um mero rumor), tem mais consistência ao não apresentar tantas situações questionáveis sobre as políticas da Sony, e justificando melhor o que se passa no caso de um lançamento mais tardio! É igualmente consistente com o que sempre se referiu, e nada altera face ao mesmo.
Apesar de não sabermos se algum deles tem alguma ponta de verdade, a verdade é que caso a realidade se desvie muito da referida no segundo rumor estaremos tentados a acreditar que a Sony cometeu sérios erros de planeamento que poderão dar vantagens aos seus competidores. Basicamente a Sony terá metido a proverbial “para na poça”.
Mas como referido, são apenas rumores, e o intuito de os referir aqui é meramente informar da sua existência, não devendo qualquer um deles ser tomado como uma realidade. O que se passará ao certo não se sabe!
Mas quanto ao facto de a Sony poder ou não estar a planear conseguir o que inicialmente planeou, dá-se a conhecer o que Jay Coleman, actor, e editor, trabalhando na Sony referiu num Tweet:
I really do love Gamers as a whole trying to figure out why we cancelled E3 and all I can really say is Exciting Times are Ahead. If your worried about #PlayStation don’t be, everything is running as planned.
— Jay Coleman (5 years)- ExpED (@AlecKorvuka) 16 de novembro de 2018
Gostava só de chamar a atenção para o facto de as palavras Exciting, Times e Ahead estarem a maiusculas, com as três letras a soletrarem a palavra ETA, e dando a entender que, neste momento, a Sony terá tudo sob controlo para o seu ETA (Estimated Time of Arrival), ou seja, que tudo está sob carris e dentro dos parâmetros e prazos previstos.
Numa segunda nota mais humorística, há uma outra alternativa para a não comparecência da Sony:

Esperemos que os ofendidos do costume, as vítimas da praxe, fiquem agora satisfeitos.
Bom artigo. Sumariza plenamente a questão como foi discutida.
A mim não faz sentido nenhum a ausência da Sony na E3. Mesmo acreditando na ausência de novidades que mostrar (o k é perfeitamente lógico) ninguém pode negar que a Sony tem por onde pegar para uma conferência. Quer as más línguas venham falar de hype ou encontrem outras formas de lidar com a azia, engendrando mais tolices mirabolantes, a verdade é k o k mostrar não falta. Mesmo para uma má conferência.
A mim a única coisa k faz sentido é k algum génio tenha decidido inovar como tentaram fazer o ano passado sem correr bem.
Acho que isto é como um jogo de cartas, a cada lance os jogadores mostram o que tem. Neste caso a Sony está adiando mostrar o que tem na E3 para ver primeiro o que a MS vai mostrar, já que com relação ao streaming podemos ter uma mudança de paradigma no mundos consoles.
Apostar em um hardware muito robusto e caro (ps5) pode nao dar certo (caso ps3), a MS tem focado em corrigir aquilo que pode ter pesado no sucesso do ps4 (hardware mais poderoso, mais estudios e jogos) como a Sony tem medo de errar, ela procura dar um fading honroso para o ps4 e lançar o ps5 com tudo o que pode, mas primeiro quer ver o que MS vai mostrar. Toda a midia negativa decorrente da nao participaçao na E3 vai se diluir com uma grande cartada certa, mas se der errado teremos alguns anos de trevas para Sony atę que se recupere.
Bruno, creio que a Sony fará um anúncio semelhante ao como foi o Nintendo switch, com um trailer impactante e tbm provavelmente ficarão fora da e3 para sempre, fazendo suas próprias conferências. Testarão agora em 2019 para ver se há de funcionar.
Pois talvez. E será a pior coisa k fizeram. A Nintendo agora só faz consolas de nicho.
Voce tem como provar @Bruno,gostaria de entender esta visão,por gentileza.Valeu
Provar o que?
Sobre a Big N só fabricar consoles para nicho.Gostaria de ver e entender sua visåo,sobre o assunto
Responde a isto: CoD, Battlefield, RDR2, RE2, Tomb Raider, AC Odyssey tiveram versão switch?
A Wii, Wii-U e a switch foram consolas na sua geração como a N64 ou a GameCube o foram nas respectivas gerações?
Daí o nicho.
A sua visão não esta correta em nehumha hipotese,a Nintendo sempre priorizou jogos em familia e nisto não há nicho.
Tem alguem aqui que concorda com a visão do user Bruno,gostaria de um feedback da galera…
A Nintendo desde a Wii que vai para públicos alvo específicos entre o infanto-juvenil e o familiar, passando ao lado dos grandes lançamento das thirds e respectivos franchises.
Desde a Wii que não recebe os mesmos títulos que o resto do mercado.
Isto é um nicho: ter um público alvo específicos e lançar uma consola com essa funcionalidade.
Vais negar isto?
Concordo com o Bruno.
Minhas suposições são as seguintes:
1) Apresentaram jogos muito cedo e os estudios não estão prontos para apresentar novidades;
Days Gone ja está certo de que sera lançado no primeiro semestre de 2019, um jogo apresentado na e3 de 2016. Levou quase 3 anos para lançamento.
Para não fazer conferencias fracas, a Sony mostrou cedo demais jogos como, TLOUS 2, GOT e Death Stranding, veja bem, isso é um jogo do Kojima, talvez ainda esteja a uns 3 anos de distância… Só que dessa vez, muitos de seus estúdios ja lançaram seus games e não tem nada para mostrar.
2) Perderam prazos;
A Sony provavelmente trabalhava com o ano de 2019 em mente para fazer toda a revelação e lançamento do PS5, certamente a Microsoft não falou de Scarlet na e3 a toa. Mas por algum motivo, que pode ser problemas com fornecimento de hardware, atraso de fornecedores ou até estudios atrasados com conteúdo, eles precisaram postergar o lançamento para 2020, que implicaria em fazer uma nova e3 com os mesmos trailers da anterior, e talvez isso não vale-se o dinheiro gasto.
Minha opinião pessoal é a de que eles apresentaram varios jogos que os fans mais fervorosos estão colocando em listas anuais para mostrar o por que de preferirem um PS4 e nao um Xbox. Vai ser terrivel se eles chegam no final de 2019 e dizem, sabe aqueles jogos, são para o PS5. Eles deveriam ser games de ps4 e ps4 pro, que tem um modo adicional de melhorias no PS5. Talvez 4k nativos e 60fps, e seus lançamentos nao serem direcionados para casar com o lancamento de um novo console. Os jogos desenvolvidos pós ps5, esse sim podem abandonar o PS4, ou de repente manter o ps4 pro com litografia revisada como alternativa de sku barata limitada a 30 fps e 1080p por uns 2 anos além, que é o que eu acho que seria mais certo para os consoles de meio de geração, assumirem um preco de 300 dolares e permitirem aos novos consoles irem além dos 500 dolares como produto premium.
1) Talvez te deva relembrar de Crackdown 3 que foi apresentado em 2014? Levou 5 anos para chegar. Falando de jogos apresentados muito cedo e conferências fracas.
A Sony ainda tem 6 títulos para mostrar (apesar de já ter mostrado antes) e a Japan Studio pode apresentar alguma coisa. É o único estúdio que está quieto. Bloodborne 2 seria uma novidade bem vinda, e a Ready at Dawn, depois de se ter espetado no último MMO, já manifestou interesse em retornar a The Order.
2)Nao é a primeira vez que a Sony lança uma consola, e não há problema nenhum em voltar a referir os mesmos títulos de antes, por isso, mesmo que a hipotese do adiantamento do lançamento esteja certa, não faz sentido não comparecer tendo mais de meio ano para preparar a conferência.
3)Os fãs não precisam dos jogos que vão sair para já justificar a preferência face à ONE. Basta os que já saíram que os argumentos já são mais que muitos. Mesmo os que estão para sair, basta a Sony dividir os 4 principais por 2 por ano e continua a vantagem.
4) Quando houverem jogos PS5 feitos para a PS5, a ONE X não os Vai conseguir correr devido as mudanças de arquitetura.
Eu pessoalmente fico triste com a ausência da Sony na próxima E3, e isto vem de alguém que mete folgas para assistir às conferências mais importantes, mas penso que aqui se está a olhar para o copo meio vazio em vez de se olhar para o copo meio cheio.
Não considero a sua ausência uma atitude execrável, considero sim uma atitude com uma frontalidade que é rara nesta industria, por um lado temos a Sony a não comparecer no maior evento do planeta, dizendo que não tem nada de relevante para mostrar porque vai ter algo seu, com a Microsoft logo de seguida a dizer que vai lá estar e que vai ser excitante, o copo meio vazio, por outro lado temos uma Sony com uma lista que mostraste, de jogos ainda por sair, que num todo destroem tudo o que a Microsoft conseguiu entregar numa geração inteira, e uma Microsoft a prometer excitação que nunca conseguiu cumprir, o copo meio cheio.
Está-se aqui a classificar de execrável e má imagem, uma empresa que tem emtregue e ainda vai entregar alguns dos melhores jogos desta geração, porque decidiu fazer algo seu sem revelar muito, eu pessoalmente prefiro assim, prefiro o efeito surpresa, sentimento que traz muita da magia a este tipo de eventos, sejam eles na E3 ou um PSX.
Acredito que nos 25 anos da Playstation, a Sony venha a brindar-nos com algo especial, provavelmente o motivo é esse, são os 25 anos do mundo Playstation e querem a atenção só para eles, só então é que vou avaliar se a atitude deles se justificou ou a sua imagem foi manchada.
Como fã da marca, fico surpreendido com a frontalidade deles quando me dizem, ”não temos nada de relevante para anunciar porque já temos muita bom jogo para sair, logo vamos fazer algo diferente”, do que certas empresas que prometem um mundo de contos de fada e depois brincam com a palavra ”Exclusive” a torto e a direito, para depois chegar à conclusão que temos uma montanha que é perita em parir ratos, a mensagem da Sony pode deixar alguma preocupação no ar, e é legitimo, mas também não vem anexado com treta e tenho o conforto de que ainda vem ai algo marcante, já conhecido sim, mas verdadeiramente especial.
Acabei de ouvir agora uma opinião de uma pessoa que nem sequer conheço. É um conhecido de um amigo meu de trabalho e estávamos no café, ela entrou e sentou-se connosco à mesa.
Pelos vistos tambem é apaixonado por jogos, e comentamos a questão da Sony, onde eu referi que, desse por onde desse, era um erro da Sony.
O que ele me respondeu deixou-me de boca aberta! Nunca tinha ouvido isto em lado nenhum, mas deixou-me a pensar:
Citando (e peço desculpas pelos termos, mas quero ser o mais fiel possível ao que foi dito):
Fiquei um pouco estupefacto com este argumento. Não sei exactamente as condições em que a Microsoft esteve ali, mas mesmo assim, mesmo reservando espaço temporal para a conferencia, poderá ter muita razão no que diz aqui, e sinceramente nunca tinha visto as coisas nesta perspectiva!
Lá está Mário, a questão dos custos elevados que já referi noutro comentário, a Nintendo tem adoptado a mesma postura, mas como não tem um Microsoft theatre, faz os seus direct’s a partir do Japão, logo é normal que a Sony comece a pensar noutras formas de fazer o mesmo, e o PSX é um passo nessa direcção.
Apenas acho que não devemos já julgar antes de termos todos os factos, porque os factos que temos é que a Sony não vai comparecer na E3, mas terá um line-up muito superior a quem lá vai, ou neste caso, finge que lá vai, e isto dá que pensar.
Por que é tão difícil assumir que o que a empresa diz é a realidade. Eles não tem o que apresentar. Alguém por acaso sabe a data de lançamento de Death Stranding ou Ghosts of Tsushima?
Eles não estão indo embora da E3 por que a Microsoft mostrou que tem mais dinheiro que eles e pode levar todo mundo pro seu teatro do outro lado da rua se assim eles quiserem. Eles tem 4 jogos anunciados sem data e não fizeram nem a PSX. Se voltarmos no tempo 5 meses, as pessoas estavam dizendo que na PSX eles anunciariam as datas de lançamento desses jogos que o colega ali aprendiz de vidente diz que serão melhores que tudo que a concorrência fez na geração.
A Sony criou a ilusão de que jogos se criam da noite pro dia e que a Microsoft não mostra jogos por que não os tem. Usaram muito bem o Marketing a favor entre 2013 e 2016 quando o Xbox tinham mais exclusivos nos períodos mais movimentados mas a desvantagem do desempenho. Tiraram 3 ano para falar que jogar abaixo de 1080p te faz um pior jogador de call of duty. Esses 3 anos foram o tempo dos estúdios trabalharem para os games que viriam em 2017 e 2018 junto às exclusividades temporárias. Demorou 5 anos para God of War, demorou 5 anos para Horizon Zero Dawn, demorou 5 anos para Uncharted 4, logo na sequencia teve DLC promovido a novo titulo. Agora é o momento dos estudios trabalharem para fazer coisa nova. A caixa de novidades esvaziou, e a Sony saiu mostrando jogos em estágio embrionário como se estivessem prontos para chegar a qualquer momento. Ninguém faz ideia do que se trata Death Stranding por exemplo, talvez nem o Kojima saiba o que ele está fazendo, ele já fez isso com o Metal Gear que seria focado na filosofia do corte da espada que no final das contas virou uma espécie de devil may cry da Platinum por que ele ficou sem saber o que fazer.
As vezes a realidade é mais simples do que gostaríamos de aceitar. Os jogos mais vendidos são Call of Duty, GTA e Fifa. A Sony não é um poço sem fundo de jogos exclusivos, e mais do que isso, os recursos financeiros da empresa não são um poço sem fundo de onde se tira exclusivos AAA o tempo todo.
Acho que o simples facto de a Sony nunca ter dito isso terá a ver?
O que a Sony referiu foi relativo à PSX 2018, onde ela dizia que o que tinha para mostrar não justificava trazer tantas pessoas de propósito àquele evento, levantando falsas expectativas que a empresa não podia cumprir.
A E3 não é um evento só da Sony. As pessoas não vão lá só por causa da Sony. E a Sony nunca teve essa afirmação face à E3!
Quanto ao dinheiro da Microsoft, sossega lá. Ela já é das maiores empresas do mundo há mais de 20 anos e isso tem-lhe valido o que tem valido.
Eu não sei quando é que Ghost of Tsushima e Death Stranding vão sair, mas sei duas coisas, uma delas é que estes jogos vou tê-los na minha PS4, outra é que não vou comer outra ver arroz, batata e ovo…
E já que se fala de ilusão, é precisamente isso que a Microsoft tem criado nesta geração, desde coisas simples como promoções que são as maiores de sempre da história da Xbox e depois meh… a conferências E3 que vão ser épicas e outros adjectivos, e depois pronto… não é muito mais que uma montra de novidades e revelações que também vou jogar na minha PS4…
Ilusão é viver num mundo que é criado para a tua conveniência ideológica.
Não é só o colega não. Qualquer pessoa com dois dedos de testa e que não seja fanático Xbox sabe perfeitamente que os 3 jogos em questão esmagam tudo o que a MS já entregou nesta geração. Sei que para ti é difícil aceitar, mas é a realidade dos factos.
Mais uma vez, porque tu não entendes nem à primeira nem à segunda: a Sony não precisa de novidades para fazer uma conferência da E3. E se a MS pode anunciar um jogo meia boca e demorar 5 anos a entregá-lo quando outras empresas já entregaram clones do mesmo em menos tempo, a Sony pode perfeitamente lançar Death Stranding em 2020 ou mais tarde. Portanto ninguém tem que aceitar coisa nenhuma.
Vamos tentar entender o conceito de ilusão. Ilusão é quando tens a nuvem a fazer física fantástica em tempo real e depois entregas Crackdown 3. Não-ilusão é quando se anunciam jogos e os entregam mesmo passados 3 anos e as únicas queixas são um bando de arressabiados a queixarem-se de poças ou a passarem um vídeo frame a frame reclamando da transição de movimento num milissegundo de animação.
Ilusão é também tentar vender a ideia de que a Xbox teve mais exclusivos entre 2014 e 2016.
Entendemos agora o conceito de ilusão?
A MS não mostrar jogos porque não os tem não é uma ilusão criada pela Sony, mas sim uma realidade criada pela MS. Não foi a Sony que cancelou e fechou os estúdios da MS. Foi a própria MS que o fez.
Antes de Uncharted 4 tiveste Infamous SS, Bloodborne, Driveclub, The Order 1886, Ratchet e Clank entre outros. É uma ilusão ignorar os títulos que vieram antes.
E sobre o Call of a Duty a 1080p tens hoje a MS a dizer que só vale a pena fazê-lo a quase quase 4k no “monstro” e não adiantou de nada.
É também uma ilusão ignorar que a forma como a Sony terminou a PS3 não teve peso nenhum na PS4. Por muito k o queiras vender assim.
Pois mas há umas coisas erradas aí.
Primeiro, a MS não teve uma conferência grátis. Teve que pagar pelo que hoje é conhecido como Microsoft theater (antes Nokia theatre).
Segundo, teve os custos de preparar o espaço e organizar tudo.
Terceiro, a Microsoft está em todo o direito de fazer uma conferência num outro espaço e os organizadores da E3 não têm que se exprimir sobre o assunto, porque a MS financiou e usou o próprio espaço. E se não houve reclamação foi porque a MS pagou o que tinha que pagar para poder incluir a conferência no âmbito da E3.
Quarto, a Sony tem pago à E3 porque usa um espaço que não é seu.
Quinto de longe se compara. A MS fez uma conferência na E3 no mesmo ponto geográfico. A Sony anunciou que não vai fazer conferência na E3.
Essa é a questão Bruno… O que é que a Microsoft pagou?
Repara que eu não tenho dados para dar continuidade a esta conversa. Não sei se a pessoa tem alguma razão ou não! O certo é que nunca tinha ouvido este argumento, e daí que fui apanhado de surpresa por ele.
A questão que fica no ar é: O que é que a Microsoft pagou?
Numa feira, por exemplo, os participantes pagam pela área que pretendem ter. Esse custo inclui a presença! No caso da E3 pagam tambem pela marcação das conferências dentro da E3. Mas é possível teres uma conferência e nem sequer estás presente, assim como podes estar presente e não ter conferência.
Qualquer uma das duas dá-te direito a aparecer como participante da E3.
Daí que fica a questão! A Microsoft pagou o que?
Espaço não pagou pois usou o seu (o Nokia Theather veio com a aquisição da Nokia, algo que não tem nada a ver com isto)! Pagou certamente pela marcação da conferência no âmbito da E3, pois ela participou aí, e nesse sentido aparece na lista de participantes da E3.
Daí que ela não esteve no espaço da Expo. Não foi verdadeiramente participante da Expo a nível presencial, apesar de o seu nome estar lá pois foi reservado espaço temporal para a conferência.
Não sei se este tipo de coisa poderá ou não configurar uma fuga às regras do que é a feira, e se é ou não motivo para que alguem fique chateado com isto. Mas que não se pode negar que poderá haver aí uma razão de queixa, não!
Nesse caso a única razão de queixa será o uso do nome E3 na conferência que fez no seu espaço, se o usou (e acho que não usou, porque usou outro nome). Porque se houvesse sendo a América, já teria havido queixa.
A Microsoft alguma vez referiu ou especificou que o seu espaço era E3?
Não sei!
A coisa era no entanto assumida! A Microsoft estava na E3… do outro lado da Rua.
Isto poderá configurar um aproveitamento (legal) da situação. Mas apesar da legalidade, moralmente a coisa não é correcta e justificaria, no mínimo, uma palavrinha da organização a criticar a situação, algo que não existiu!
É nesse aspecto que a pessoa se referia a um possível descontentamento da Sony com a organização! E é nesse aspecto que fiquei a pensar, reconhecendo porém que não tenho dados para lhe dar razão, mas que também não os tenho para lhe deixar de dar!
Não interessa se é moral ou não. A organização da E3 não pode impedir ou criticar outras empresas de fazerem conferências da mesma natureza no mesmo período de tempo, no mesmo espaço geográfico.
É a mesma coisa que uma loja de roupa iniciar campanha de descontos e a feirante instalar-se no outro lado da rua tbm a vender roupa. Se a feirante pode usar o espaço não há o que reclamar.
Se a Sony não gostou que compre uma sala de conferências e faça o mesmo.
Até aí tens razão… Mas a questão não passa por aí, e creio que ainda não percebeste onde quero chegar!
Acima de tudo não me está a agradar ter de repetir isto. Dá a entender que estou a defender esta ideia, quando não estou! Como já disse não sei as circustâncias que rodearam a situação, e estou apenas a expor a situação como ela me foi exposta. E não tendo dados para concluir, estou apenas a tentar que percebas o que me foi dito, não a tentar vender qualquer ideia.
Agora a ideia por detrás do que me foi dito é outra. Vou tentar explicar de novo!
Uma coisa é a Microsoft usar o espaço do outro lado da rua ao mesmo tempo da E3. Até aí é livre de fazer o que quer! As pessoas estão lá, e eles tendo o espaço tem mais é de o aproveitar e tirar partido disso!
A questão que a pessoa referiu passa pelo facto que a exposição da Microsoft foi publicitada como sendo a presença deles na E3. Quando na realidade não foi (na realidade fui ver e eles tinham um pequeníssimo espaço na feira)! Se fosse, não só teria de se manter no espaço da Expo, como se o seu espaço pudesse ser anexado, outros teriam o direito de poder reservar espaço lá (não há tratamentos VIP). E isso não aconteceu! A Microsoft basicamente esteve em peso do outro lado da rua, não na E3!
Mas não foi isso que foi passado ao público: Olha o que a Microsoft refere, assumindo uma presença na E3:
https://www.valuewalk.com/2018/03/microsoft-e3-2018-biggest-ever-xbox/
A Microsoft anuncia que a sua E3 2018 será a maior de sempre. Mas na realidade eles não estavam e nem nunca estiveram na E3… Estavam no edifício da frente!
Este tipo de situação é o que pessoa refere poder ter sido efectivamente uma colagem à E3 que a Sony entendeu que não deveria ser permitida pela organização. No fundo a organização teria permitido uma cobertura semelhante à de todos os outros, sem que a Microsoft estivesse presente na feira. Eventualmente perante uma notícia destas, deveria ter existido um comunicado da direcção a referir que a Microsoft não estaria efectivamente na feira, mas apenas teria reservado espaço para uma apresentação.
Não o fazendo, os restantes participantes podem não ter gostado, uma vez que a organização não garantiu a igualdade de reserva de espaço igual para todos, permitindo até que espaço externo fosse associado à ideia de pertencer à feira, sem desfazer o engano.
É esta a ideia que a pessoa passou! Que como disse não tenho dados para confirmar! E nesse sentido, não pretendendo calcar mais uma situação sobre a qual não estou habilitado para falar, não voltarei a escrever sobre o assunto para não passar a imagem errada.
Ah, entendo. Basicamente a MS usou o nome E3 e promoveu o seu evento como E3 colando a conferência à E3, apesar de ser lateral…
Mas atenção que a MS ainda tinha um espaço na feira.
Eu acho que a organização não podia fazer muito em termos legais.
A publicidade era sobre a E3 promessas sobre a E3, mas a conferência extra em si tinha o nome de pre-show. Eles podiam perfeitamente estar a referir-se ao espaço deles legalmente.
É como digo, a Sony só pode responder fazendo o mesmo.
Ou boicotando a feira! Que sai mais barato!
Ou mais caro…
Depende… aí entramos na questão do artigo… Depende do que a Sony vier a fazer!
Gostei da montanha a parir ratos.rsrs Essa nunca tinha ouvido.rsrsrs
Existem duas teorias que ainda ninguém teve a coragem de abordar:
1 - A Sony vai vender a Secção de entretenimento e dai não estar na E3 2019 pois já não são donos da PS4 nem da futura PS5
2 - A Sony está a pensar desistir do negócio dos jogos e já nem vai lançar uma PS5, também seria um motivo para não estar presente na E3 de 2019
Ambos parecem inverossímeis mas não podem ser descartados como impossíveis pois no mundo dos negócios tudo é possível e o que é mentira hoje é uma verdade absoluta amanhã.
Nota: não acredito que seja um dos casos que referi, apenas os considero como as hipóteses praticamente impossíveis de serem verdadeiras mas que ninguém ainda falou
Talvez ninguém falou porque, como bem disseste, são praticamente impossíveis.
Portanto porquê perder tempo com isso?
A Sony vender o setor que rende mais e que a tirou do vermelho? Vendendo o setor de games a Sony vai viver de quê? De TVs caras com poucos recursos se comparados aos concorrentes(pelo menos são a de melhor imagem), Smartphones caros cujo atualização de SO demora pra caramba?
Quem inventou essas duas teorias não está muito bem da saúde.
Sony sendo comprada por outra empresa até dá para engolir, mas aí a nova proprietária decidir sair do ramo em que a empresa comprada lidera? Só se este gestor quer inovar assim como foi a conferência da Sony na PSex-17 e na E3-18.
Boa tarde
Essa divisão de smartphones da Sony me deixa indignado pela incompetência da Sony (embora vá saber porquê). Todo o know how, estrutura e nome que eles tem e lançam smartphones nada competitivos e com cara de anteontem.
Acredito firmemente, que se eles deixam essa história de Premium pra um lado (e a arrogância) e botam os pés no popular, possivelmente explodiriam de sucesso, pois esse nome Sony tem muita força.
Bastava um top de linha com o melhor hardware aliado a um design mais moderno com essas tendências que estão aí, câmeras apelativas (que eles fabricam muito bem) aliado a um preço melhor possível, intermediários com tudo que um Moto G da vida é, porém com design moderno e preço bem competitivo, seria o suficiente. Qualquer um daria preferência a um Sony que um Lenovo/Motorola, e talvez Samsung e até brigar com os chineses.
Mas não, lançam flagships com cara de defasado a preço de Galaxy S ou iPhone… intermediário, o último que vi tinha um MediaTek na faixa do Moto G (esse que vem com Snapdragon e bem mais barato) porém com preço quase 900 reais acima, e com design de sempre (ultrapassado).
Não dá pra entender.
Só compro smartphones de modelo de entrada, não devido ao poder aquisitivo, mas devido me conformar mais rapidamente caso o “verdadeiro dono” apareça! Meu 1° smartphone, do próprio bolso, foi um LWW, muito bom na época, mas pecava na atualização do SO(Consegui recupera-lo e vai servir p/ um projeto), depois dele fui para a série E e esperava algo no mínimo no nível do LWW, mas nada foi pura decepção e em 6 meses troquei por um Asus Zenfone5 (o modelo antigo, não o de 2018).
De Sony agora só compro videogame e TV caso encontre a um bom preço. Também gostei do ramo Home Theater mas ela desistiu e aposta agora nos Sound Bar.
Vitor… O que referes é um disparate pegado que certamente foste buscar a algum site de fanboys que fala… porque tem boca.
Primeiro: Tal como foi publico que a Microsoft tinha investidores que queriam vender a divisão Xbox, este tipo de situação seria conhecida.
Segundo: Se tal fosse verdade, a Sony não mandaria um comunicado de imprensa que confirma a PSX 2019.
Terceiro: Se tal fosse verdade o comunicado de ausência da E3 não referiria que “estava à procura de novas formas para engajar a comunidade”, e que “mal podemos esperar para partilhar os planos com vocês”. Nessa hipotese a comunidade não seria deles e não haveria planos para partilhar.
Quarto: A Sony tem na divisão Playstation a garantia dos seus lucros, sendo ela que consolida os resultados da empresa. Não teria absolutamente qualquet lógica, exceto na cabeça de algum tresloucado, pensar que a Sony se iria desfazer da divisão que a sustenta.
Quinto: A playstation 4 é das consolas melhor sucedidas da Sony. Se a divisão nunca foi vendida antes, porque o seria agora?
Sexto: De acordo com os rumores a Sony tem exclusivo da totalidade do que será o Navi, tendo desenvolvido o GPU com a AMD. Tem ainda a possibilidade de lançar primeiro, e tem o mercado do seu lado, prevendo-se sucesso na próxima geração. E ia vender?
Setimo: Uma venda ou possível venda teria de ser do conhecimento dos acionistas, com implicações na bolsa. Nada disso aconteceu.
Daí que quanto a essas hipotesses vamos guarda-las para um website de humor.
Acho que as sucessivas compras de microtransações que ele faz para passar os jogos a pagar deram-lhe a volta ao miolo…