União Europeia decide a 5 de Março se aprova ou não a compra da Zenimax pela Microsoft.

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Apesar de, à partida, a compra parecer cair dentro dos limites do aceitável, a União Europeia ainda não decidiu e quer ouvir terceiros, o que significa que tem dúvidas. Neste artigo vamos tentar perceber quais essas dúvidas, e se poderá ou não haver razão para elas.

A união Europeia deu a conhecer que até dia 5 de Março se irá pronunciar sobre a compra da Zenimax pela Microsoft, autorizando-a ou não. Recorde-se que nestes casos a compra pode ser autorizada, negada, ou autorizada mediante condições, e neste caso tudo parece ainda estar em aberto pois a UE quer ouvir a opinião de terceiros diretamente envolvidos, antes de se pronunciar.

As leis de proteção da UE, das mais rigorosas, e das que mais influenciam a legislação pelo mundo fora, surgem com o intuito de impedir táticas predatórias por parte das grandes corporações, dotadas de maior capacidade financeira.

O objetivo destas leis e regras é garantir que essas empresas não usam o seu poderia económico para prejudicar terceiros, criando assim as condições para conseguirem monopólios na industria em que estão envolvidas.

E é nesse sentido que a compra será analisada, percebendo se tal pode ser uma ameaça a outras empresas, ou não!



Repare-se que a compra de um estúdio por uma grande corporação não é o que está em causa. Aqui o que está em causa é que a Zenimax é uma distribuidora, das poucas existentes, e igualmente e das maiores do mercado, possuindo um total de 8 equipas que produzem alguns dos jogos mais sonantes do mercado e que até hoje sempre foram multi plataforma (Elder Scrools, Doom, Wolfenstein, Fallout, etc).

Daí que não interessa só perceber se a Microsoft com esta compra se coloca ou não numa posição dominante, mas até que ponto a compra pode enfraquecer empresas rivais pela perda destes títulos, o que indiretamente é um benefício para a Microsoft.

Se é certo que a Microsoft está longe de possuir, mesmo com a aquisição, uma quota de mercado que supere os 40%, aproximando-se de uma posição dominante na industria do Gaming, há outras vertentes associadas que é preciso analisar. Repare-se por exemplo que a ideia de que a Microsoft até libera os seus títulos para PC, tentando passar a ideia que este suporte “multi plataforma” vai contra a ideia de monopólio acaba por ser uma falácia. Não só a Microsoft entende a Xbox como uma plataforma que abrange consolas e PC, e como tal o que está em causa é a plataforma e não as máquinas, pois é ela que vai competir com as restantes plataformas do mercado, como tanto Xbox como PC são suportados apenas no sistema operativo Windows, um produto Microsoft, e um sistema operativo que, esse sim, já é dominante na sua área, e que com esta aquisição se torna ainda mais forte ao se tornar uma plataforma ainda mais privilegiada no domínio do Gaming.

E não se confunda o facto de a Microsoft deixar outras lojas vender os seus produtos, como a Steam, como algo que quebra esse monopólio ou domínio. A Steam é apenas uma loja, nada mais. Serve para entregar os produtos ao cliente, mas ela mesma funciona sobre o Windows, pelo que não escapa à questão de possível fortalecimento do monopólio da Microsoft nesta área devido ao Gaming.

É preciso igualmente ver outras questões que não são de análise tão direta. É que, como já referido, esta compra não só fortalece os estúdios internos da Microsoft, como rouba valor às outras plataformas que perdem esses títulos tão populares da Zenimax. A grande questão é que há outras consequências que essa primeira análise não revela, nomeadamente o facto que esses jogos populares que os terceiros deixam de ter, irão ser colocados no Gamepass ao preço da “uva mijona”, criando assim uma concorrência gigante num modelo de negócio que soa a insustentável com a qualidade atual dos jogos.

Basicamente o fortalecimento com um conjunto de equipas destas, não só cria as condições para que a Microsoft possa despejar títulos em quantidade a preços baixos no mercado, criando sérios problemas à concorrência que, sem o mesmo arcaboiço financeiro não consegue acompanhar, podendo assim perder mercado, como simultaneamente enfraquece a oferta da concorrência.



Esta é uma situação que pode ter consequências sérias na industria, especialmente pelo acumular das duas situações, e que como tal requer a devida análise e ponderação por parte da UE, até porque a decisão que tomar, seja ela qual for, abre uma jurisprudência, não se podendo depois de impedir que terceiros façam igual. E dessa forma os poucos distribuidores independentes podem acabar por ser todos absorvidos por Microsoft, Sony e Nintendo, sem que se possa fazer qualquer coisa sob pena de criação de desigualdades concorrenciais, destruindo o mercado independente e multi plataforma e fortalecendo um pequeno oligopólio que já existe. Afinal, como referido, estes distribuidores independentes com peso no mercado não são assim tantos como isso.

Estas situações não podem passar em claro, assim como não pode passar em claro a perceção do mercado a esta compra, pelo que tudo deverá ser devidamente ponderado e analisado, pensando-se devidamente na decisão a tomar e/ou nas restrições a colocar à compra. Repare-se que este assunto da já foi abordado pela PCGamer, pela GeekWire, e muitos mais, pelo que o receio da comunidade existe. Aliás o passado da Microsoft não abona a seu favor, e nesse sentido até há threads em foruns de gaming com o título “Qual o empresa que a Microsoft adquirirá a seguir?”, onde se especula tudo, e o argumento que a Microsoft tem dinheiro e o pode esbanjar para anular a concorrência é das coisas mais abordadas.

Nesse sentido, compreendem-se as dúvidas que possam estar a existir na UE, bem como o ouvir de terceiros. Acima de tudo, seja qual for a decisão tomada, o que se espera é que ela tenha sido devidamente ponderada e analisada, pois uma má decisão por ter implicações futuras no mercado dos videojogos.



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José Galvão
José Galvão
5 meses atrás
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Então o que acontece caso a UE não aprove o negócio?
A Microsoft avança na mesma só que não pode vender os jogos fruto dessa compra em território europeu?

Pessoalmente sou contra isto por dois motivos, um deles é que esta compra surge da necessidade de se igualar à concorrência devido a anos e anos de falta de estratégia e planeamento, portanto toca a puxar do livro de cheques, algo que a mim não me soa bem, não é digno de admiração, de competência.

O outro motivo é que a Microsoft já tem um certo historial de encerrar estúdios e/ou diminui–los criativamente o que leva ao eventual encerramento dos mesmos, o que me leva a crer que a Bethesda venha a ter destino semelhante porque não só a Bethesda não tem andado na sua melhor forma, como a sua compra tem o intuito de fortalecer o gamepass, modelo que não combina muito com AAA.

King Baldwin IV
King Baldwin IV
Responder a  Mário Armão Ferreira
5 meses atrás

Certamente sem certeza não é certamente ? É talvez.

King Baldwin IV
King Baldwin IV
Responder a  Mário Armão Ferreira
5 meses atrás

Não vejo muita probabilidade disso. E se você vê queria saber o porque dessa alta probabilidade. Regulação de bloco econômico mandando com quem empresa privada pode ou não prover seus produtos.
“Você é obrigado a continuar vendendo pra ele “.
Estava em dúvida até uns dias para trás. Mas fui convencido, de que Ms comprou Zenimax para ampliar seu catalogo first party dentro do seu serviço, a longo prazo vai lucrar mais assim. É o movimento que aparenta.

Ennio Rafael
Ennio Rafael
Responder a  José Galvão
5 meses atrás

Hoje eu discordo dessa opinião de que Gamepass não combina com AAA. Lendo os artigos realmente a conta não fecha. Mas quando a Microsoft flexibilizou a questão dos exclusivos (Cuphead) eu vi que o importante é estar no Day One no Gamepass, depois vem Ps Store, Steam, Stadia, Epic, Nitendo…

Seguindo o raciocínio sonysta a X-Box vende pouco, o gamepass tem poucos inscritos / adesão, então não há prejuízo dos jogos estarem lá. O importante é não serem exclusivos e depois serem vendidos por preço cheio nas outras lojas digitais. Assim, pelo menos para mim, essa de que o modelo não combina com jogos AAA cai por terra.

Ennio Rafael
Ennio Rafael
Responder a  Mário Armão Ferreira
5 meses atrás

Continuo não vendo assim. Pois estou praticamente excluindo o número de jogadores X-Box. O importante seria a base da Steam e da Sony, vendendo bem lá, pronto, problema resolvido. Para os poucos jogadores de X-box, o gamepass viria a ser apenas um mimo.

Ennio Rafael
Ennio Rafael
Responder a  Mário Armão Ferreira
5 meses atrás

Então você acredita que com o tempo as pessoas irão migrar para o gamepass para “comer” a 10??

Ennio Rafael
Ennio Rafael
Responder a  Mário Armão Ferreira
5 meses atrás

Certo só queria a parte do: “Mas sim, as pessoas vão aderir…”. Entendo vamos assistir: exclusivos vs gamepass, essa geração vai ser interessante. Até o momento estou com a Sony, até cancelei a minha assinatura do Gamepass, não por achar o serviço ruim, é questão de gestão de tempo mesmo. Acabo que tem jogos demais, muitos jogos bons que eu já tenho, então resolvi economizar esse dinheiro.

Sparrow81
Sparrow81
Responder a  Ennio Rafael
5 meses atrás

Microsoft já sugeriu, meses atrás, que gamepass dá prejuízo! Greenberg falou claramente isso e que no futuro esperam o lucro.

Ennio Rafael
Ennio Rafael
Responder a  Mário Armão Ferreira
5 meses atrás

Mas entendo a preocupação de vocês. É a de a Microsoft estar certa, e o modelo ser copiado. Ai sim, saberíamos de fato se é o fim da industria. Mas também não vejo assim, poucos tem a $$ para bancar esse serviço nesse momento, vai ficar só a Microsoft mesmo. Só quando o streaming for uma realidade geral é que esse modelo seria cogitado por todas as empresas.

Sparrow81
Sparrow81
Responder a  José Galvão
5 meses atrás

Ao meu ver, a compra da bethesda tem a ver com o motor gráfico de Doom, que é o mais escalável da indústria e encaixa perfeitamente na proposta da MS de Pc e Xbox.

Sparrow81
Sparrow81
Responder a  José Galvão
5 meses atrás

No mais, eu concordo que não seria interessante essa compra. Frear a Microsoft em aquisições seria o certo a fazer. Ela é uma empresa que rebaixa qualidade onde coloca a mão e tem histórico de abandonar ramos do dia pra noite.

eduard08
eduard08
5 meses atrás
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Mario, no documento oficial da UE ( https://eur-lex.europa.eu/legal-content/EN/TXT/?uri=uriserv%3AOJ.C_.2021.040.01.0021.01.ENG&toc=OJ%3AC%3A2021%3A040%3ATOC ) mostra que a Microsoft criou uma nova divisao que se chama Vault, e esta sera fusionada na e com a ZeniMax, o que fara com que esta seja uma marca a parte, e nao uma parte da divisao Xbox
Assim em vez da xbox, normalmente podera ser a Vault a casa mae dos estudios Bethesda Softworks, Bethesda Game Studios, id Software, ZeniMax Online Studios, Arkane, MachineGames, Tango Gameworks, Alpha Dog e Roundhouse Studios, ZeniMax Media
Tudo isto podera ser apenas uma maneira de a compra ser melhor aceite pela UE, mas tambem podera ser que com isto os jogos lançados por estes estudios possam sair nas outras plataformas como acontece actualmente e nao serem “obrigados” a entrar no gamepass

eduard08
eduard08
Responder a  Mário Armão Ferreira
5 meses atrás

Eu sem esperar nada, vou ficar optimista quanto a esta compra, pois talvez a Vault possa desaparecer assim tao rapido como apareceu, mas talvez tambem seja a maneira da xbox aumentar o seu mercado e vender jogos para as outras plataformas, pois vamos ser sinceros, mesmo se alguns dos jogos destes estudios possam vender consolas, nunca fera ganhar tanto se estes continuarem a sair nas outras plataformas, e acredito que a Microsoft possa ver as coisas nesse sentido, e sendo assim nada os proíbe de sair os jogos que quiser so na xbox, ou mesmo exclusivos temporariamente, mas bom, esperar para ver, pois com à Microsoft nunca se sabe

eduard08
eduard08
Responder a  Mário Armão Ferreira
5 meses atrás

Tambem nao acredito que a UE va bloquear a compra pois no fundo tudo e uma questao de $€, mas isso era uma muito boa ideia, ao menos era bom para todos, mas tambem nada impede a xbox, visto que seriam 2 empresas diferentes de “comprar” certas licenças para serem exclusivas

Julio Esteves
Julio Esteves
5 meses atrás
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Eu gostaria de entender de economia para poder entender a proposta da MS com o gamepass, de todas as possíveis explicações que consigo imaginar não há uma que
que se sustente sem uma perda considerável de dinheiro ( não entro no mérito de o jogador ver o gamepass como atraente).
Há algum um tempo vi uma entrevista do Bill Gates e ele se dizia inconformado de não terem dado atenção a Apple e ao android e como consequência ficaram fora do mercado mobile, pode ser que para eles o mercado de videogames virou um jogo de póquer em que eles farão de tudo para ganhar.

Deto
Deto
Responder a  Julio Esteves
5 meses atrás

também tenho essa impressão, eles viram que “o futuro vai ser streaming e todo mundo jogando 5G no celular” e entraram a toda nesse barco.

só que a ideia não foi provada já pelo mercado, igual foi quando a MS entrou no ramo de smartphones.

minha opinião é que a MS iria fechar o xbox lá em 2013, o phill não sabia o que fazer… não sabia se esse plano do xcloud/serviço daria certo, mas apresentou essa ideia pq “na pior o xbox sobrevive até 2028”

O Nadella embarcou pq esse plano parecia ter sido feito com o aprendizado do WP “não vamos esperar a concorrencia testar e validar o mercado para entrar”

Dentro da MS estava tudo otimo com esse plano, o Phill garantiu o emprego até sei lá… 2028 junto com a existência do xbox.

Para os engravatados da MS, tb daria certo pq para eles do mesmo jeito que musica e filme virou streaming, jogos tb vão virar…

acho engraçado que a Sony, lider no mercado de video games, com serviço de streaming já estabelecido, com grande atuação no mercado de Filmes e Músicas, onde comçou o streaming, não aposta na PS Now como a MS… quem tem mais conhecimento dessa area não da foco nela, mas a MS que nem Jogo consegue fazer, ahhhh essa sim “dita a tendência”

Hawf
Hawf
Responder a  Julio Esteves
5 meses atrás

Eles tão perdendo bastante dinheiro na empreitada.
Isso é investimento pro futuro pra conseguirem aderir mais assinantes e assim tornando o negócio mais viável.
Na verdade vc ficaria surpreso ao saber a quantidade de empresas hoje em dia que tem modelo de negócios não sustentáveis mas que a proposta é promissora.
Exemplo disso é Uber que todo ano está perdendo dinheiro as vezes até mesmo no negativo pra competir com Lyft.
Até mesmo a Amazon uma empresa que vale mais de 1 trilhão com muito esforço consegue ganhar poucos bilhões por mês.

Rodrigo Silveira
Rodrigo Silveira
Responder a  Julio Esteves
5 meses atrás

Não entende porque está lendo “falácias” a todo momento sobre a proposta do serviço Game Pass. Na verdade, é um modelo que permite uma arrecadação ainda maior que o modelo tradicional, receitas contínuas, melhor planejamento na produção de jogos, e risco menor.

Rodrigo Costa Silveira
Rodrigo Costa Silveira
Responder a  Mário Armão Ferreira
5 meses atrás

Assinaturas também são receitas e coexistem com o modelo tradicional de vendas; e uma opção não exclui a outra. As receitas abastecem os estúdios também, independente se originadas de serviços ou de vendas.
No modelo tradicional você compra dois, três, cinco, dez ou mais jogos pra jogar ao mesmo tempo? Nos serviços é a mesma coisa, pode assinar um ou dois, a depender do seu perfil e consumo. Não precisa assinar todos ao mesmo tempo.
“Jogos AA em vez de AAA”, até o responsável pelo blog replica falácias; aí é complicado, vai atrair muitos fanboys pra este local agindo assim.
Halo Infinite, Forza Motorsport, Avowed, Everwild, Fable, Perfect Dark, State of Decay 3, Hellblade 2, Project Mara, Starfield, The Elder Scrolls VI, Indiana Jones, Age of Empires IV, Gears 6, Forza Horizon 5, Psychonauts 2, RPG AAA InXile, AA Compulsion Games, jogos de estúdios parceiros, como The Medium, Stalker 2, Crossfire X, The Ascent, Scorn, etc.; tudo no Game Pass desde o primeiro dia para os primeiros anos da nova geração… Estarei bem servido de “jogos AA em vez de AAA”, num console (Series X/S) que me entregará muito mais do que apenas meia dúzia de exclusivos numa geração toda (PS5). Este eu posso pegar em meio ou final de geração, quando esses jogos estarão até mais baratos, mas não como opção principal de jogos. Melhor estratégia.

Rodrigo Costa Silveira
Rodrigo Costa Silveira
Responder a  Mário Armão Ferreira
5 meses atrás

E lamento que use os termos AA e AAA de forma predatória e, mais uma vez, falaciosa, como se eles fossem sinônimo de qualidade em jogos; ainda mais nas circunstâncias atuais, em que estúdios estão dividindo equipes internamente pra trabalhar em mais de um projeto e de forma mais eficiente possível; ou seja, a tendência é que com os recursos financeiros utilizados há uma década atrás seja possível criar hoje jogos ainda melhores, proporcionalmente, em decorrência da evolução tecnológica e da eficiência.

Rodrigo Costa Silveira
Rodrigo Costa Silveira
Responder a  Mário Armão Ferreira
5 meses atrás

Lamento discordar, Mário, mas vejo bastante jogos AAAs (bem mais do que a Sony está produzindo com seus estúdios first-party) sendo produzidos dentro do Xbox Game Studios, e não serão as falácias jogadas ao vento que mudarão essa realidade.
Como disse, e repito, as receitas contínuas e o potencial maior recurso a ser arrecadado (é importante colocar “potencial” pois estamos falando de um serviço recém criado, que está em expansão ainda, e cujo ecossistema Xbox ainda está em formação, com o xCloud em fase de testes…), o melhor planejamento no desenvolvimento e jogos e o consequente menor risco envolvido permitirá aos estúdios da Microsoft (XGS + Bethesda Studios) entrar num ciclo de lançamentos positivo e contínuo, e cujos resultados começarão a aparecer com força a partir de 2022.
É importante colocar também que esses estúdios estão desenvolvendo jogos de todos os tipos, para gostos diversos, sejam eles AAAs ou AAs, sejam eles singleplayers ou multiplayers. E como consumidor eu vejo isso de forma positiva, pois sou eclético e gosto de jogar jogos variados.

Carlos Eduardo
Carlos Eduardo
Responder a  Rodrigo Costa Silveira
5 meses atrás

Além do que foi dito pelo Mário, tem uma diferença importante.

A Microsoft mostrou o planejamento de médio e longo prazo, com parte dos jogos em estágio inicial de desenvolvimento. É só averiguar quantos trailers foram terceirizados com a Blur Studios. A Microsoft na maior parte dos casos basicamente te contou que está fazendo o jogo, mas sem mostrar nada dele além de um vídeo promocional.

O que foi mostrado pela Sony foi o planejamento de curto e médio prazo. Viste um trailer de Horizon Forbidden West in-engine, mostrando variações de inimigos, cenários, explorações. Isso mostra claramente um jogo em estágio relativamente avançado de desenvolvimento. Ratchet and Clank e Gran Turismo 7 possuem gameplay. Returnal e Kena estão para sair. Mesmo Project Athia mostrou trechos de gameplay, mostrando que existem etapas já concluídas.

Quais são os jogos da Sony para longo prazo? Não sabemos exactamente.

E de qualquer forma, o que conta no final não é quantidade, mas sim qualidade. Creio que todos aqui somos adultos com responsabilidades no dia-a-dia e tempo limitado para jogar. Diante de limitações, priorizações são necessárias, e cada um vai buscar algo de qualidade que lhe agrade.

Netflix pode ter mais títulos. Se os que são do seu agrado em qualidade estão no Prime Video com menos títulos, não é a quantidade que te fará escolher Netflix.

Finn
Finn
Responder a  Carlos Eduardo
5 meses atrás

O GP certamente terá grandes AAA, porque ao contrário do que foi a geração passada (de relativamente pouco suporte em jogos), essa é a aposta principal da MS. O serviço precisa passar por uma percepção de qualidade do público e da crítica. Isso porque, quando a MS mudou as regras do jogo e decidiu lançar seus jogos day one, o foco passou a ser nas suas próprias produções. Entretanto, ultimamente os jogos não tem tido o nível que se espera dos jogos first party dela, o que deixou a ideia de que “na MS os jogos são mais baratos, mas não terei jogos tão bons” e que “ali (Playstation/Nintendo), eu pago caro, mas os jogos valem o que custam”. Por causa dessa percepção, a Sony já adotou a precificação de US$70 e ninguém reclamou, ao passo que a Ubisoft enfrenta resistência para fazer o mesmo.
Dito isso, a única maneira de a MS reverter essa percepção é lançando ela própria vários jogos de quilate triple A, de preferência com IPs novas. E se tem uma empresa com dinheiro suficiente para fazer isso é a MS, pelo que me parece o curso de ação que tomarão, considerando a aquisição da ZeniMax e do investimento em estúdios.

Deto
Deto
Responder a  Finn
5 meses atrás

Com a MS tem muito desse “agora vai mudar”.

Não tem muito do “aqui está”

O problema que os fãs da marca já parecem felizes assim, esperando a “segunda volta de Cristo”

Finn
Finn
Responder a  Deto
5 meses atrás

É claro que a MS precisa se consolidar e provar que sabe fazer jogos bons, não disse o contrário. Só que agora ela tem a faca e o queijo na mão, além de ter a necessidade para isso, se pretende apostar no GP. Quantidade e variedade, já mostrou que terá, neste ano já superou Sony e Nintendo. Agora falta a qualidade.

Deto
Deto
Responder a  Mário Armão Ferreira
5 meses atrás

Sobre o Covid, vai ter um contra fluxo nisso… Aposto para vc que depois de passar a pandemia esses serviços de assinatura vao cair para números inferiores que pre pandemia.

Todo mundo vai ficar “louco” para sair de casa, e o cara vai preferir gastar 30 reais a mais em um dia no bar que assinar um mês inteiro de Netflix.

Inclusive se eu fosse qualquer empresa que teve boom de aumento por causa da pandemia, já estaria me preparando para o contra fluxo.

Finn
Finn
Responder a  Mário Armão Ferreira
5 meses atrás

A minha representação simplista foi só para provar que o GP pode gerar muito mais receita e tem potencial maior e que o atual modelo, não pretendi abordar a conjuntura completa. Realmente é uma economia muito complexa para se fazer melhores especulações, para bem ou para mal. Podes dizer que tens incerteza quanto a viabilidade e lucratividade do negócio, mas pelo mesmo motivo não podes provar que não é lucrativo ou viável.
Sobre o crescimento, me parece bastante sólido, de quase 1 milhão de usuários por mês. Não me surpreenderia se conseguir chegar ao final da geração com 100 milhões de usuários.
Sobre a frase inicial “tu não consegues lançar jogos AAA e colocar os mesmos a dar lucros apenas com GP”, eu não discordo. Na realidade, se leste o que eu disse antes, sabes que eu não defendo e nem acredito num sistema de assinatura que se pretenda completo e autônomo, descartando totalmente o modelo de vendas.

Deto
Deto
Responder a  Rodrigo Costa Silveira
5 meses atrás

Hahahahah

Vemos bem isso, do esse ano chefe da i343, teh coalition e intiative saíram fora.

Claro, o Halo Infinite realmente indica falácias

Aposto que o sujeito viu alguém falar em falácia, tipo vender 100% da base, e resolveu copiar o vocabulário.

Finn
Finn
Responder a  Mário Armão Ferreira
5 meses atrás

Eu particularmente acho a fragmentação de serviços excelente, quanto mais opções e concorrência, melhor, isso faz com que os preços abaixem, as empresas invistam mais em conteúdo e melhorias e o consumidor se beneficie no final do dia. Por exemplo, seria péssimo ter todos os filmes da Disney na Netflix, mas nenhum The Mandalorian e Wanda Vision.

Julio Esteves
Julio Esteves
Responder a  Rodrigo Silveira
5 meses atrás

Rodrigo, parece que entendeste o GP, me explique então como e viável financeiramente!

Finn
Finn
Responder a  Julio Esteves
5 meses atrás

Quando olhamos para o mercado hoje, é normal pensar que o que está posto e funciona no momento está garantido e quem inova com serviços de assinatura é quem está assumindo muitos riscos. Só que na visão da MS (e minha) é precisamente o oposto. Esse modelo está em franca decadência, tem menos lucro que o PC e muito (muito mesmo) menos que smartphones, então algo não vai bem e as coisas ainda tendem a piorar – com o aumento do custo para se fazer jogos e do aumento do preço da nova geração em geral, leia-se consoles e jogos – a menos que haja uma mágica ascenção desse mercado de quase 50 anos (que nunca ocorreu na história, só piorou da geração do 360/Wii/PS3 para cá), que as pessoas consumam mais dessa indústria e que seu poder aquisitivo aumente proporcionalmente aos aumentos. Somado a isso, tem-se a questão tecnológica e a substituição de modelos, é só olhar todos os outros exemplos da indústria do entretenimento, televisão, música e filmes foram tomados por serviços de assinatura e é impensável voltar atrás.
Quanto ao lucro do GP, eu não tenho noção de como mensurar e seria difícil até especular, mas uma coisa é certa: o GP gera muito mais receita que o modelo atual.
Para provar, o PS4 teve 10 jogos por console vendido em 7 anos (e sabe-se que a venda de consoles é muito pouco lucrativa, quando não dá prejuízo), cada um vendido a 60 dólares (sendo bastante generoso, porque a média deve ficar muito aquém), temos 600 dólares/7 = 85,7 dólares gastos por consumidor por ano. Agora, o Game Pass a preço cheio custa 120 dólares por ano.
Isso considerando apenas o GP, mas também há um fator fundamental que todo crítico cego do GP insiste em ignorar: os jogos first da MS e todos os third party que lá estão são vendidos normalmente no mínimo no console e no PC. Por exemplo, Sea of Thieves vendeu no Xbox e vendeu muito bem no PC, o mesmo com Halo MCC, Grounded, Gears, Forza e certamente acontecerá o mesmo com Halo Infinite, novo Forza, Fable, Hellblade 2, etc. E esse é um aspecto que não existe nos outros serviços de assinatura, como Netflix e Spotify, porque eles se pretendem completos e sequer vendem os filmes e músicas por fora da assinatura.
É por isso que eu acredito que a Sony apostou em uma fórmula de sucesso no passado que não se sabe até quando se sustentará num mercado que tende a transformações e a MS tem um caminho que embora não seja certo, é sólido e está sendo construído desde 2017.
Na ótica do jogador, acredito que não preciso explicar como é um serviço maravilhoso e muito vantajoso.
Aproveitando o textão, é por isso que a filosofia da MS me interessa muito mais que a da Sony. Uma aposta em inovação, inclusão, acessibilidade e serviços e outra aposta no oposto, no caminho elitista, na privação dos consumidores, na exclusividade e na tradição.

Finn
Finn
Responder a  Mário Armão Ferreira
5 meses atrás

Mário, o meu ponto e a premissa inicial não é a de que o mercado está decadente, pode até ser que não esteja em termos de receita e o ano passado tenha sido bom, com a pandemia, que aumentou o consumo, e o lançamento de novos consoles, estando os anteriores no máximo histórico de base instalada. Mas o meu ponto é que o PC e Smartphones estão muito melhor posicionados, tem maior potencial e também que os consoles (que nunca na história ultrapassaram a marca juntos de 300 milhões de unidades vendidas, o que é mais ou menos 11% dessa fatia de 2,7 mil milhões de gamers) nunca irão ser acessíveis para a maior parte das pessoas se não for por algo como o GP, porque é um modelo elitista e muito custoso para a quase totalidade da popuação mundial. Qualquer dia irei optar por um modelo que pretende tornar mais jogos acessíveis para mais pessoas.
Tens dois raciocínios na minha visão equivocados.
O primeiro é considerar o GP um serviço de streaming, o que não é. E está bem claro que a MS está focada no GP e usa o XCloud como um plano futuro, tanto que não há serviço separado do XCloud, é apenas um bônus para quem assina GP Ultimate.
O segundo é se preocupar com lucros de terceiros, porque a MS obviamente não vai subsidiar eternamente esses jogos, então ficarão lá os que acharem o modelo interessante e viável financeiramente. O mercado se regulará sozinho e o GP não pretende acabar totalmente com o modelo de vendas, até porque depende disso. Então muito provavelmente só colocarão seus jogos lá quando já tiverem tido proveito econômico e o potencial de vendas cair. Quanto aos jogos first party, são o foco da MS, com a aquisição de estúdios. Como expliquei antes, eles também tem ótimas vendas, mesmo com o GP.
Meus maiores receios com o GP eram dois:
Como colecionador, fiquei com medo que isso tornasse regra os jogos digitais, mas isso já é uma realidade e o mercado vem sinalizando nesse sentido há tempos, independente do GP.
O segundo é que os consoles acabem e vire tudo serviço. Só que eu já me convenci de que o modelo de vendas nunca irá acabar, mesmo com streaming e serviços, porque é dependente dele e tem mais lucro assim, até o Stadia vende jogos. Os consoles acabarem me parece algo inevitável quando a tecnologia e a computação em nuvem superarem os hardwares e os tornarem dispensáveis. Mas, não vou sofrer por antecipação, é um futuro minimamente distante.

Deto
Deto
Responder a  Finn
5 meses atrás

Quanto Blu Ray assinante do Netflix compra por mês?

Finn
Finn
Responder a  Deto
5 meses atrás

E quantos filmes/séries em blu ray ou em formato digital a Netflix lança para venda, de produções próprias e de terceiros? Exatamente, nenhum. Ela não tem interesse em vender seu conteúdo e não tem direitos numa venda em conteúdos de terceiros. O que é totalmente diferente de ser uma das três plataformas de consoles que lucra com todas as vendas de conteúdos de terceiros.

Finn
Finn
Responder a  Mário Armão Ferreira
5 meses atrás

Não é questão de concorrência a si mesma, porque ela lucra das duas formas. Acho que essa é a principal dificuldade que os críticos do GP tem de entender.

Julio Esteves
Julio Esteves
Responder a  Finn
5 meses atrás

Finn, mercado em franca decadência? Só se for para a MS, pois Sony e Nintendo estão bem na foto. Como empresa capitalista e de gigantesco poder econômico a MS quer ganhar o mercado e arrasar com a concorrência pois só assim terá algum tipo de sustentabilidade. É inegável que o GP é atraente para uma parcela dos gamers, mas para outros é abrir mão de jogos de qualidade. Desculpe mas para mim é um jogo de póquer em que se tem carta medianas e se tenta dobrar a aposta para que os advesários desistam do jogo.

Finn
Finn
Responder a  Julio Esteves
5 meses atrás

A questão da qualidade é uma discussão à parte, mas como eu vejo, não só a qualidade tende a subir, como também a quantidade e variedade de jogos. Isso porque esse modelo do GP não depende só de vendas diretas, permitindo sair do padrão da indústria, que já descobriu mais ou menos o que vende e se pauta por isso, não pela mais pela criatividade, lançando uma gama enorme de jogos “enlatados”, então as inovações costumaram ficam por conta de jogos indies e AA, até porque é difícil fazer algo arriscado e custoso, porque se não vender bem, a dev fica mal das pernas em uma única falha. Muitas franquias acabaram assim. No GP, pode-se fazer jogos sem a preocupação constante pelas vendas, bastando fazer um bom jogo que atraia as pessoas – e grande parte delas vai jogar jogos que não comprariam normalmente, mas se interessaram quando viram no catálogo e resolveram dar uma chance, pois é de graça. Isso é impossível no modelo atual, com a esmagadora pressão por vendas e considerando um modelo no qual as pessoas compram no máximo 10 jogos por geração.

Finn
Finn
Responder a  Mário Armão Ferreira
5 meses atrás

Estou a trabalhar com a média, que é de 10 jogos, não interessa para essa análise os outliers que compram 2 jogos ou os que compram 50. Eu compro cerca de 30 a 50 jogos por geração em todas as plataformas e mais vários digitais. No mais, tens um medo infundado de que se o jogo saiu para o GP, nunca mais irá vender nenhuma cópia, o que é equivocado por duas questões: os jogos de terceiros do GP são temporários; e que existem outras plataformas onde as vendas continuam sendo feitas normalmente, algumas com resultados muito bons, inclusive na própria loja da MS. É uma questão de trade-off, deixar de ganhar dinheiro apenas no modelo tradicional para ganhar dinheiro nos dois. E isso, quem regulará e apontará qual é melhor é o mercado. Novamente, especular com mais propriedade sobre isso é complicado. Mas, teoricamente, o GP tem mais potencial para fomentar quantidade e variedade que o modelo normal. A sua análise também desconsidera todos os custos de se manter uma desenvolvedora e os outros custos que se tem com os jogos, como marketing e distribuição (afinal, o jogo obrigatóriamente precisa vender) que às vezes são maiores que o próprio custo de desenvolvimento. Na prática o que se viu é que um flop basta para acabar com uma franquia, como por exemplo, no caso da Crytek e Crysis 3.

Finn
Finn
Responder a  Mário Armão Ferreira
5 meses atrás

Uma pessoa que assine o GP por dois meses durante toda uma geração de jogos é tão excepcional quanto quem compra um ou dois jogos por geração. E convenhamos que full price é no máximo nos primeiros 3 meses, nem mais triple A mantêm full price depois disso, só a Nintendo. Eu nunca disse que o GP é fácil e certeiro, pelo que não discordo dos teus argumentos, o meu ponto é que não tem sentido rechaçar algo com mais potencial que o que está aí com base em incerteza, fosse desse modo, não haveria tantas mudanças tecnológicas.

Carlos Eduardo
Carlos Eduardo
5 meses atrás
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OFF FUD IS BACK

PS5 SoC Die Shots Reveal RDNA 1.1 GPU and Zen 2 CPU Cores w/ Cut-Down FP Units”
https://www.hardwaretimes.com/ps5-soc-die-shots-reveal-rdna-1-1-gpu-and-zen-2-cpu-cores-w-cut-down-fp-units/amp/?__twitter_impression=true

LeviathanGamer2 está mostrando na thread abaixo que o artigo assume muitos pontos que podem estar errados: https://twitter.com/LeviathanGamer2/status/1362184573128474630?s=20

Deto
Deto
Responder a  Carlos Eduardo
5 meses atrás

Onde saiu esse site? Nunca vi.

Acho que nem o Tom Warren e Windows Central vão repercutir essa groselha no twitter… Já tá todo mundo zuando o Warren por causa das groselhas de “9TF” e o WC por causa do “ps5 pegando fogo”. Acho q eles vão ficar bem quietos

Vai ficar do para os lunáticos do YouTube caixista… Certo que se o Zorze do DelírioClub vai copiar e postar se ele descobrir essa notícia.

Deto
Deto
Responder a  Carlos Eduardo
5 meses atrás

uhauhauhauh

os fanboys do xbox não querem hypar isso ai pq no artigo ele fala que VRS e Sampler Feedback pode rolar até em RDNA 1.0

uhauhauauhuhah

“ain, se falar mal do xbox tb não vale… so valia pq eu achei que falava mal somente do PS5”

Carlos Eduardo
Carlos Eduardo
Responder a  Deto
5 meses atrás

Se eu entendi bem, esse Areej que está no twitter foi quem fez a matéria.

Olha o LeviathanGamer2 dando uma aula para o camarada sobre como o artigo está errado. Já pegaram esses tweets do LeviathanGamer2 e espalharam no GAF

https://twitter.com/LeviathanGamer2/status/1362193091415994368?s=20

E além do mais, essa discussão de RDNA 1 e 2 está estúpida. Olha esse sujeito mostrando como vários componentes da GPU do Xbox Series X herdaram de RDNA 1.

https://twitter.com/TechNoir_Talks/status/1362361646673502210?s=20

Deto
Deto
Responder a  Carlos Eduardo
5 meses atrás

Ah cara, fui olhar o perfil desse sujeito, mais um “fã” de e PC procurando defeito no PS5.

Carlos Eduardo
Carlos Eduardo
Responder a  Mário Armão Ferreira
5 meses atrás

A discussão do AVX-256 também estava acalorada, e eis que um Engenheiro da Microsoft aparece e ajuda a esclarecer as coisas:

https://twitter.com/JamesStanard/status/1362259599697473542?s=20

O AVX-256 no Xbox pode ser completo como o de PC por vários motivos.

Especula-se que seja pelo X-cloud e Xbox Series X atuando em servidores, e também pela retro que é virtualizada e precisa bastante de CPU.

Julio Esteves
Julio Esteves
Responder a  Mário Armão Ferreira
5 meses atrás

Mário, porque tanto segredo com detalhes técnicos se as consolas já foram apresentas?
Há a possibilidade de algo do hardware não revelado ser copiado pela concorrência?
Ou tudo é questão de marketing?

Sparrow81
Sparrow81
Responder a  Julio Esteves
5 meses atrás

Hardware não tem como voltar atrasz né? O Xbox usa muito software para compensar coisas que onos5 faz via hardware. O descompressor Kraken faz o papel de 9 núcleos zen 2. O Xbox faz isso utilizando cpu, pois usa Software.

Carlos Eduardo
Carlos Eduardo
Responder a  Mário Armão Ferreira
5 meses atrás

Tem um ponto interessante nisso.

Em um jogo retro, é provável que o PS5 tenha desvantagens no loading por causa do AVX-256 e a descompressão feita pela CPU, correcto?

Mas claro que em jogos feitos nativamente para a consola não devem possuir impacto, já que se utiliza a nova arquitetura com kraken e co-processadores sem precisar da CPU.

Carlos Eduardo
Carlos Eduardo
Responder a  Mário Armão Ferreira
5 meses atrás

Sim.

Hoje saiu a análise de Immortals Fenyx Rising. PS5 e Xbox Series X rodando igual, em todos os aspectos. Xbox Series S está bem, mas a resolução pode cair para mínimos de 720p rodando em 60fps.

Então pra mim, o flame pode dizer o que quiser, mas o importante é o resultado. Se está igual, então é sinal de quem tem poder suficiente para equilibrar a performance.

Sei que ainda tem muito o que evoluir na geração, mas geralmente consolas com diferenças consideráveis de poder já apresentam melhores versões desde o começo.
Foi assim com PS4 vs Xone, XoneX vs Ps4 Pro.

Deto
Deto
Responder a  Carlos Eduardo
5 meses atrás

O FUD não tem a menor tração mais.

Principalmente depois dos fanboys profissionais do Xbox ficarem queimados por terem feito FUD do PS5 (Tom “9tf” Warren, Windows “ps5 pegando fogo” Central).

Sparrow81
Sparrow81
Responder a  Mário Armão Ferreira
5 meses atrás

Rdna 1 consegue passar de 2ghz? Não. Então aí já cai todo o argumento.

marcos
marcos
5 meses atrás

Impressionante como a microsoft incomoda.
Não vejo essa briga quando a EA compra tudo ou a Sony compra estudios.
A mídia inteira debatendo sobre exclusividade dos games.
Antes o XBOX não tinha exclusivos e agora não pode ter.
A sony comprou vários estudios durante sua historia e nunca foi contestada.
Ela pode colocar o spider man exclusivo pagar exclusividade mais a microsoft nãoooo. Ela quer monopolizar mimimimimi….
Eu duvido que se fosse a sony no lugar da microsoft se a mídia estaria brigando pela exclusividade.

Rodrigo Silveira
Rodrigo Silveira
Responder a  marcos
5 meses atrás

A Sony restringir jogos num único console é positivo, faz parte do jogo; mas a Microsoft restringir num console, PC e xCloud é perigoso. Bateu o desespero…

Carlos Eduardo
Carlos Eduardo
Responder a  Rodrigo Silveira
5 meses atrás

Sobre a questão de bater o desespero, eu no seu lugar reavaliaria essa questão. Segue um link para a sua reflexão: https://gamingbolt.com/is-xbox-slowly-being-abandoned-by-most-japanese-third-party-developers-and-publishers

Rodrigo Costa Silveira
Rodrigo Costa Silveira
Responder a  Carlos Eduardo
5 meses atrás

Você leu a matéria, nobre colega? O que está posto aí nada mais é do que o que já acontece desde sempre no mercado japonês, onde o Xbox tem pouca ação, e o Playstation (e a Nintendo) recebe exclusivos “de graça”, sem qualquer atuação da Sony. O processo que está acontecendo é justamente o oposto, o Xbox, através da atuação da Microsoft, em especial do Phil Spencer, vem tentando melhorar a sua imagem frente a essa “cultura” no mercado japonês, inserindo o Xbox em mais jogos. Mas por se tratar de uma questão cultural arraigada, a mudança é lenta. E na própria matéria aí cita exemplos que isso vem acontecendo. Você lê a manchete, apenas, ou o conteúdo que está posto?

Carlos Eduardo
Carlos Eduardo
Responder a  Rodrigo Costa Silveira
5 meses atrás

Eu é quem te pergunto se você leu, já que embora o artigo cite exceções, aborda a situação com olhares diferentes da sua resposta.

At this point it is becoming more and more clear that Xbox is beginning to lose the traction it has variously managed to gain with the Japanese development and publishing community almost entirely, and that we are looking at a future where the platform may get fewer Japanese developed titles than ever before.

Quando foi mesmo a última vez em que uma consola Xbox ficou sem jogos como Final Fantasy ou Street Fighter?

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