Set 152011
 

Actualmente as baterias de iões de lítio são consideradas como as melhores, mas isso poderá estar para mudar brevemente.

Tal situação deve-se ao Professor Ian Ward da Universidade de Leeds que acabou de desenvolver uma nova nova geração de baterias que poderá brevemente substituir as actuais baterias de iões de lítio.

Apesar da capacidade das baterias de lítio, elas são pesadas e potencialmente perigosas dados os materiais que contêm. Mas a alternativa criada por este professor é constituída por um produto que se assemelha a… GELATINA..

O que foi conseguido foi a combinação de um um polímero borrachoso com um electrólito líquido, e usando um novo e devidamente patenteado processo de fabrico deniminado de extrusão/laminação é criado um gel térmicamente reversível numa fita que é 70% liquida. Naturalmente que com essas condições a fita com apenas alguns nanómetros de espessura pode ser disposta na posição que se deseja e dessa forma obter-se configurações de baterias muito mais flexíveis do que as actuais baterias rígidas permitem.

O processo de fabrico possui ainda a vantagem que permite a produção em larga escala de forma simplista, e este tipo de produto não produz qualquer tipo de aquecimento uma vez que os eléctrodos são selados no seu interior. Para além do mais os solventes inflamáveis estão igualmente selados a nível molecular. Como cereja no topo do bolo temos os custos de produção que são apenas 10% do custo de produção das baterias tradicionais.

Esta tecnologia foi actualmente licenciada à Polystor Energy Corporation,uma companhia que desenvolve novas soluções de armazenamento de energias e que se encontra numa posição que poderá permitir a colocação desta tecnologia no mercado muito rapidamente.

 

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