A Nintendo, desde a Wii, tem explorado as suas plataformas de uma forma bem distinta das concorrentes Sony e Microsoft. Há mais tempo no mercado que qualquer uma delas, a companhia já sobreviveu a piores cenários que o actual e, por isso, não duvido nada que a Wii-U tenha um caminho próprio a seguir. Que poderemos esperar da Nintendo este ano?

A Nintendo tem mais de 100 anos de história. Fundada em 1889, e começou por fabricar cartas artesanais de um tipo de baralho tradicionalmente japonês, o Hanafuda (sabiam que os jogos de cartas foram introduzidos no Japão pelos portugueses?). Ao longo do século XX, a companhia cresceu. Continuou a apostar nos jogos de cartas mas estendeu as suas áreas de actuação à TV (na década de 60), aos alimentos, móteis, e aos videojogos (na década de 70). Em 1983 estreou a primeira consola a Famicom (conhecida por NES, pelo publico ocidental), a qual foi um sucesso. Foi com essa primeira consola que jogos como Mario, Donkey Kong, Metroid, Kid Icarus e de The Legend of Zelda se tornaram franchises de renome. Foi com essa consola que a Nintendo se estabeleceu nos videojogos. Em 1989 a Nintendo conquistaria outro segmento, o mercado das consolas portáteis com o primeiro Gameboy. Recentemente a companhia tem estado em dificuldades: depois do sucesso estrondoso da Wii, a Wii-U não tem conseguido apelar aos jogadores como a antecessora, e foi rapidamente ultrapassada pela PS4 e Xbox ONE. Apesar de tudo a Nintendo como sempre fez, aposta em títulos únicos, nos seus franhises de sucesso, sem nunca sacrificar a qualidade. Foi assim, que antes, e com consolas que passaram pelo mesmo, conseguiu dar a volta à situação.
A companhia já confirmou, por comunicado de um representante ao IGN, que The Legend of Zelda para a Wii-U não chegará este ano e que, por isso, não será mostrado no seu Nintendo Direct da E3. O evento deste ano focar-se-á nos jogos que serão lançados em 2015 (o que confirma que o novo jogo não chegará antes da E3 2016). É bem possível que este ano, saibamos mais detalhes sobre os planos que a companhia tem para o futuro no seu formato de negócio, incluindo a NX, a misteriosa nova consola da Nintendo que a companhia já confirmou: não terá sistema operativo baseado em Android. Dado o sucesso de vendas que são a New 3DS e a New 3DS XL, é provável que estas duas consolas ocupem também grande parte do evento planeado pela Nintendo. Além disso, dada a recente parceria com DeNA pode ser que a companhia anuncie também quais os títulos que vai estrear no mercado mobile.
Star Fox Wii-U (já anunciado)
Inspirado pelo altar a uma raposa que supostamente podia voar, Shigeru Miyamoto criou StarFox, que se viria a tornar num dos franchises mais populares da Nintendo. Star Fox é uma série de jogos de ação-aventura e ficção científica, com características de shooter-on-rails e side scrolling. O jogo segue as aventuras de uma unidade de mercenários (a unidade Star Fox), composta por animais antropromórficos, e as suas aventuras no sistema planetário Lylat. A série conta com 10 títulos para as plataformas Nintendo (entre consolas de mesa e portáteis) e foi inciada em 1993. Star Fox Wii U foi anunciado na E3 do ano passado e é o primeiro a ser lançado em 9 anos! Este novo título foi pensado para tirar total partido do GamePad da Wii-U: o stick analógico direito é utilizado para controlar a personagem enquanto que o sensor de moimentos do comando é utilizado para direcionar a mira. O jogo utilizará também split-sreen – o ecrã do gamepad ai permitir observar o interior do cockpit em batalhas aéreas. A história terá uma estrutura episódica, com as missões principais a possuírem as mecânicas típicas da série e as secundárias a terem mecânicas mais experimentais. O jogo estará disponível para experimentar no booth da Nintendo na E3 e possivelmente mais detalhes serão revelados no evento digital.

Xenoblade Chronicles X (já anunciado)
Xenoblade Chronciles X é um RPG de acção que foi lançado a 29 de Abril deste ano no Japão mas que ainda não chegou à Europa nem aos Estados Unidos. O jogo começa no ano de 2054, quando duas raças alienígenas iniciam uma batalha perto da Terra, causando graves danos colaterais no planeta. Sentindo que a destruição do planeta está para breve, a humanidade é forçada a evacuar em enormes arcas interestelares. A partir daqui, o jogo segue os passageiros de uma das arcas, A Baleia Branca, ao chegarem ao planeta Mira e tentam estabelecer a sua nova casa em New Los Angeles, ao mesmo tempo que ainda são caçados por uma das raças alienígenas. É um título de mundo aberto com ênfase na exploração. Para andarmos, podemos ir a pé, ou podemos usar robôs gigantes (com aproximadamente 4 vezes a altura de uma pessoa normal), chamados Skells. Essas máquinas conseguem voar, atravessar a água e podem transformar-se em veículos como motas ou tanques. O ecrã do gamepad da Wii-U será como um terminal de informação, onde os dados sobre a fauna e a flora que encontramos, o terreno e um registo de localizações visitadas podem ser encontrados. Este título é o nono da saga Xeno, uma série de jogos que foi iniciado na Square Enix, e que entretanto mudou de mãos, com a Nintendo a adquirir o franchise, levando a revisões de conceito e planeamento. Muito certamente terá direito a algum tempo no evento digital da Nintendo da E3.
Runbow (já anunciado)
Runbow é um jogo independente que está a ser desenvolvido exclusivamente para a Wii-U. Com características de party game, o título assenta no multijogador e o jogador tem a tarefa de fazer a sua personagem atravessar uma paisagem que está em constante mudança (o que é anunciado pela mudança de cor do fundo), enquanto deve evitar poços e outras armadilhas. Será possível personalizar as personagens e haverá vários modos, por exemplo, time trials e King of the Hill. O jogo suportará até 9 jogadores em simultâneo. Runbow foi anuniado em Outubro de 2014, e foi mostrado pela primeira vez na GDC de 2015. Foi prometido que várias personagens célebres de títulos independentes iriam estar presentes como o Shovel Knight do título com o mesmo nome, e Juan e Tostada de Guacamelee!, entre outros. Com o lançamento previsto para o quarto trimestre de 2015, é possível que o jogo marque presença no evento da Nintendo.
Fatal Frame: Oracle of the Sodden Raven (já anunciado)
Também conhecido como Fatal Frame V ( dado ser o quinto capítulo da série) nos Estados Unidos e Project Zero 5 na Europa, é um survival-horror exclusivo da Wii-U. O jogador controla Yuuri Kosukata, uma rapariga que trabalha num antiquário e que consegue vislumbrar, quando toca em certos objetos, o mundo das sombras, onde os espíritos dos mortos vageiam. Yuuri vive isolada do resto do mundo devido a este dom, mas também o usa para ajudar pessoas a encontrarem objetos perdidos ou pessoas desaparecidas. Certo dia, uma rapariga pede-lhe que a ajude a encontrar uma amiga que desapareceu no Monte Hikami. Mas a floresta que lá existe é especial: dizem que durante a Witching Hour (segundo o folclore é durante a 3 e as 4 da manhã, quando fantasmas e outras criaturas sobrenaturais podem ser vistas), a fronteira entre o mundo das sombras e o mundo real se desvanece. Ambas as raparigas vão até à floresta, e Yuuri acaba por ver a rapariga que lhe pediu ajuda suicidar-se e a sua sombra a surgir. Tal como nos títulos anteriores, o jogador terá que derrotar os fantasmas hostis tirando-lhes fotografias. Neste caso, será usado o Gamepad da Wii-U como uma câmera (e se o rodarmos ao tirar a foto provocamos danos extra). O jogo é de mundo aberto, e vários ambientes existem no monte Hikami, desde lagos a cemitérios (como não podia deixar de ser). Uma campanha extra em que acompanhamos uma Ninja- Ayane – enquanto procura uma rapariga desaparecida, também está disponível. Ayane, ao contrário dos outros não possui uma câmara e deve evitar o confronto a todo o custo. Fatal Frame 5 já foi lançado no Japão em 2014, mas só este ano é que chegará, em principio à Europa e aos Estados Unidos. Por esse motio é provável que esteja presente no evento da Nintendo.
Hyrule Warriors (já anunciado)
Hyrule Warriors é um hack and slash de ação-aventura que foi lançado em 2014 para a Wii-U, resultante de uma parceria entre a Nintendo e Koei Tecmo. O jogo passa-se em Hyrule, mas fora da timeline oficial dos títulos Zelda. Há muito tempo atrás, Ganondorf, o principal antagonista de Zelda em vários títulos, foi derrotado e a sua alma separada em 4 fragmentos: três deles foram distribuídos em diferentes momentos do tempo, e o quarto selado. Ganondorf planeia a sua ressureição através de CIA, uma feiticeira responsável por manter o balanço e a neutralidade, que se apaixona pelo espírito do Heroi da Lenda. Ganondorf usa esses sentimentos para corromper a boa feiticeira, a qual abre o portal para diferentes realidades alternativas no espaço-tempo de Hyrule, usando os seus subordinados para declarar guerra à princesa Zelda e a Hyrule. A batalha é perdida e Link, um soldado do exército de Hyrule em formação, tem a missão de encontrar a princesa que desapareceu. Para isso, vai atravessar o espaço- tempo, encontrando momentos e personagens de títulos anteriores, como Agitha e Midna de Twilight Princess. O jogo combina o sistema de combate hack and slash de dinasty warriors com os settings e personagens da série The Legends of Zelda, havendo uma maior ênfase no combate. Uma versão para a 3DS já foi anunciada sendo quase certo que marcará presença no evento digital da Nintendo.
Metroid Wii-U (provável)
A série Metroid iniciou-se em 1986, e conta com mais de 11 títulos já lançados. É um jogo de ação-aventura e ficção científica que combina os elementos de plataformas de Super Mario Bros. com a exploração que tornou The Legend of Zelda tão popular, mas com um tom mais negro e uma maior ênfase numa gameplay não linear. A história prende-se com as missões de Samus Aran, uma caça-recompensas, a qual acaba por proteger a galáxia das ameaças dos Piratas do Espaço e das suas tentativas de dominarem o poder dos Metroids, criaturas semelhantes a alforrecas que têm a capacidade de se ligarem a um organismo vivo e sugar-lhe a energia vital. A última entrega na série foi Metroid: Other M para a Wii, lançado em 2010. Apresenta a possibilidade de se jogar tanto em primeira, como em terceira pessoa e é o primeiro a apresentar combate corpo a corpo, tendo sido desenvolvido em colaboração com a Team Ninja (os mesmos de Ninja Gaiden). A série conta com 17 milhões de cópias de jogos vendidos e é aclamada pela crítica. 5 anos passados desde a última entrega é mais que tempo que o franchise se estreie na Wii-U. Uma entrega para a 3DS também não será de estranhar.
Animal Crossing Wii U (provável)
Animal Crossing é uma série de jogos de simulação onde não existem objetivos fixos. O jogador tem o papel de um novo residente numa nova cidade, onde tem que se adaptar à nova vida através de tarefas diárias, mantendo relações sociais com os outros habitantes, e também ganhar dinheiro para aprimorarmos o nosso lar e progredirmos. O jogo utiliza o relógio e calendário interno da consola para registar a passagem do tempo, havendo eventos que ocorrem em datas e horários específicos (por exemplo, o Natal ou a falência de uma loja). Os jogos não têm fim, e podem ser jogados indefinidamente. É um IP aclamado pela crítica e que já vendeu perto de 24 milhões de cópias mundialmente. O primeiro Animal Crossing foi lançado em 2001 para a Gamecube. Seguiram-se entregas para a DS, Wii e 3DS. Será de esperar, pelo padrão que haja uma entrega para a Wii-U. A Nintendo tem deixado pistas aos fãs sobre a possibilidade da revelação de um novo título em outros títulos das suas consolas, como Super Smash Bros Wii-U. Será que algo será revelado na E3?
Amiibo e um jogo centrado nas Amiibo (provável)
As Amiibo foram mais uma aposta de sucesso da Nintendo. Tanto que a companhia tem tido dificuldade em satisfazer a procura. Para quem não sabe as Amiibo são figuras de personagens icónicas dos franchises da Nintendo, que podem ser utilizadas diretamente no gamepad da Wii-U, ou da New Nintendo 3DS (para a Nintendo 3DS, é necessário um cabo adaptador). Cada figura Amiibo corresponde a um jogo específico, e utilizam uma tecnologia – a NFC ( Near Field Communiation) ou Comunicação por campo de proximidade – para interagir como suporte aos jogos, permitindo a transmissão de dados de e para os jogos, em múltiplas plataformas. Assim, cada figura atua como suporte de armazenamento externo, recebendo dados que podem ser usados no futuro. Por exemplo algumas figuras podem ser reconhecidas em Mário Kart 8 para desbloquear roupas alternativas para os Mii, em Super Smash Bros para armazenar dados, e em Hyrule Warriors para desbloquear diversos bonus. O produto é um sucesso comercial havendo quem os coloque à venda no E-Bay por 25100$. É normal que a Nintendo queira ganhar mais com as Amiibo e por isso é provável que uma nova colecção seja anunciada, e que encontre formas mais criativas de as integrar nos seus jogos.
Punch Out Wii U (provável)
Punch out é uma série electrónica de jogos de boxe que teve o seu ínicio nas máquinas arcade, tendo posteriormente uma entrega na NES, e que só mais recentemente foi ressuscitada para a Wii, em 2009. O jogador controla Little Ma, um lutador de boxe que tenta progredir ao longo da sua carreira profissional com a ajuda do seu treinador, Doc Louis. Para além da campanha principal existe também um modo multiplayer. O jogo contou com suporte para vários acessórios da Wii, nomeadamente o Wii Remote e o Nunchuk bem a Wii Balance Board. Bem recebido pela crítica, foi um sucesso na Wii. E os fãs estão a pedir a presença de uma versão Wii-U. Será que é desta?
Nintendo Land 2 (provável)
Nintendo Land foi um party game lançado em 2012, que apresenta 12 minijogos baseados em franchises da Nintendo como Mário ou Zelda. O objetivo era mostrar as potencialidades do GamePad da Wii-U no controlo de títulos, mas também incorporam o Wii Remote e o Nunchuk para esquemas de controlo alternativos bem como um modo multijogador. O jogo passa-se num park de diversões, o qual serve de hub para os 12 minijogos, que são apresentados como atracções do parque. Esses 12 minijogos são de diferentes estilos desde singleplayer, a modo competitivo a modo co-op. Ao ganhar os minijogos, temos moedas que usamos para jogar um minijogo – pachinko – que é completamente single player. Ao ganharmos pahinko, ganhamos items com que podemos decorar o hub. O jogo foi bem recebido pela crítica e rapidamente se tornou o terceiro melhor título da Wii-U nas vendas (mas pode ser devido ao facto de que foi entregue em bundle com a consola no lançamento). Será que uma segunda versão vai ser anunciada?
Pokemon Z (pouco provável)
Pokémon X e Y foram dois jogos lançados para Nintendo 3DS que rapidamente se tornaram no ponto forte da portátil. São dois jogo pertencentes à sexta geração da série Pokémon. O fenómeno Pokémon teve inicio no Game Boy original e desde então estendeu-se a cartas de colacção, desenhos animados na televisão, filmes e revistas BD. Pokémon passa-se num unierso ficcional, onde criaturas estranhas e com habilidades especiais (os Pokémon) são dosmeticados pelos humanos e usados em combates, havendo até um torneio oficial. A cada 3 anos, desde o lançamento do jogo original, são lançados Jogos Pokemon que introduzem novas regiões e espécies, personagens e conceitos. Estamos neste momento na sexta geração. Pokemon X e Y, lançados em 2013, introduziram a região de Kalos e são os primeiros títulos da série a ser feito a três dimensões. Outras das novidades incluídas foi a possibilidade de personalizar a cor do cabelo e dos olhos da personagem principal. (o X e o Y são relativos a duas criaturas únicas de cada versão Xerneas e Yveltal). Dado que já se passaram quase 2 anos desde o lançamento de Pokemo X e Y, é possível que em Outubro de 2016 seja lançado o título da nova geração: Pokemon Z, que supostamente se irá passar numa nova região, Ampardo, inpirada nas paisagens e cultura Espanhola. Devido ao compromisso da Nintendo em apresentar apenas jogos que serão lançados este ano até à próxima E3, acho pouco provável que este título seja anunciado. Mas nunca se sabe.
A conferencia digital da Nintendo está marada para o dia 16 de Junho de 2015 às 17h00 (hora de Lisboa). E vocês que acham que vamos ver na Nintendo Direct da E3 este ano?
Fontes: ibtimes, Heavy, Gameinformer, IGN, eurogamer
Pra mim Nintendo melhor console dessa geração infelizmente tem poucos jogos sua biblioteca, mas os que tem são obras como a Nintendo sempre soube fazer.
Mas infelizmente hoje as pessoas são doentes por gráficos e passam mais tempo discutindo em fóruns do que jogando.
Uma que vendeu um console com peso morto do kinect e voltou atrás e mudou praticamente 100% do que o Xone seria, e vive de Forza e Halo, fazendo lançamento anual dessas franquias, Halo coleção saio todo cheio de defeitos, fora que faz contratos milionários para ter jogos por um curto período e depois o jogo vai para o PC.
E a M$ conseguiu matar a Rare um dos melhores estúdios que já existiu, uma empresa que já fez super clássicos, agora faz jogos idiota de kinect.
O PS4 é o console mais potente, mas nem de longe, é a super máquina que muitos Sonystas iludidos acreditam ser, praticamente igual o Xone, se enchem de orgulho para falar que tem o console mais potente, mas precisa ficar vendo videos de comparações porque a olho nú a pessoa precisa ter uma tela gigante e olhos clínicos para notar a diferença!
E se o Xone suga até o osso de Halo e Forza a Sony faz o mesmo, com Uncharted, onde saio trilogia para o Ps3 e agora vai sair de novo, e praticamente está remasterizando todas suas franquias.
Mas o pior parece que a Sony obriga os desenvolvedores, a por jogos em 1080p, sendo claramente alguns jogos como The Witcher seria melhor uma resolução menor.
Tirando as duas empresas M$ e Sony, as produtoras também não ficam atrás, Ubsoft, mostra um jogo de uma forma, e quando sai completamente inferior, ou cheio de Bugs, Watch Dos, Assassins creed, EA games, não precisa nem comentar, Activision está conseguindo matar Cod aos poucos.
Fora as DLC que essas produtoras lançam com preço ridiculamente e com conteúdo bem pequeno, a Season pass do novo jogo do Batman está mais do que a metade do jogo, isso é completamente ridículo.
Os jogos de hoje mais se atualiza do que joga, The witcher 3, em menos de um mês já teve cinco patchs de correção sinceramente isso não é normal!!
Ainda bem que existe a Nintendo uma empresa que ainda produz obra prima, não tem DLC, faz seus jogos pensado na diversão e não pensando que é um filme!!
Infelizmente os jogadores de hoje querem, gráfico e mais gráfico e como não tem dinheiro para montar um super pc gamer, entra no hype que o PS4 ou até mesmo Xone vai fazer coisa de outro mundo!!
Ora ainda bem que contaste os patches de The Witcher. Porque isso deveria dar a entender a realidade do jogo! Tem problemas!
Tenho que concorda com muitas coisas Rafael, mas sobre a Rare temos Killer Instinct, jogo fantástico, que mudou (evoluiu) muito desde o seu lançamento, mas sofre o problema de ser um jogo de luta, já complexos, e dentro desse contexto ele ainda é de um nicho bem especifico de ser mais complexo ainda, se aproximando de alguns jogos japoneses e se afastando de franquias como Mortal Kombat que são mais acessíveis aos jogadores casuais, sim sou entusiasta de jogos de luta, assisto todos os campeonatos, participo de alguns na minha região, estudo, leio…
Continuando a rumores de um Battletoads, Rare realmente era muito mais que isso, mas a esperança nunca morre.
Halo MCC, saiu com problemas sérios no multiplayer, que já foram em sua maioria sanados, sei que é sério, meio que foco da franquia, mas dizer: “todo bugado”, é outra história.
Sobre X-Box One viver só de Forza e Halo, acho que você não jogou: Killer, Ryse (fraquinho), Sunset overdrive, Ori, Titanfall, Dead Rising 3, acho que nesse início de geração ele esta bem mais servido que a concorrência.
Com relação aos 1080p essa é a que eu acho mais interessante, só lê os comentários de um artigo recente qui, onde o colunista em questão, em pleno junho de 2015 não sabia que Destiny é 1080 p em ambas as consolas, claro que vão argumentar que ele não conhece o jogo, que até então acreditava ser Halo 7, que não teria como saber, pois não jogou, um jogo sem hype e publicidade, blá, blá, blá… Mas a questão é essa ninguém consegue perceber a diferença facilmente, eu acredito que nem “dificilmente”, só quando a digital foundry lança as “fotinhas”, mas tens praticamente uma obrigação de os jogos serem lançados a 1080p, principalmente na PS 4.
Melhor jogo dessa geração para mim Bloodborne, com certeza um dos melhores que já joguei na vida, tem seus defeitos técnicos, mas penso como seria se fosse a 900 p? Não sabemos como foram as decisões do studio, mas até que ponto houve “pressão” para que o mesmo fosse em 1080p?
No mais concordo em tudo contigo, sei que escrevi muitas “heresias”, mas…
Esse é um ponto de vista interessante, pois eu acho que à Nintendo falta um Halo, Forza ou Uncharted na biblioteca de exclusivos. E Games Hardcore a Nintendo teve no SNES, N64 e GameCube mas abandonou a iniciativa com o Wii. É estranho uma empresa que já teve a posição, apoio de Thirds semelhante ao Playstation e investiu em hardware de ponta no passado, hoje em dia se fechar para produções internas sendo 90% de conteúdo infantil e apostar em lançar consoles com o Hardware da geração anterior. Eu reconheço os esforços que fazem para renovar a jogabilidade, mas não acho que compensa a defasagem tecnológica que é o Wiiu e o 3DS, o que também custa o apoio dos desenvolvedores que não pensam mais em desenvolver para a geração anterior, e isso leva com que o público perca o interesse.
Eu gostaria que o NX fosse um console com tecnologia de ponta e que resgatasse a Nintendo do passado, mas pelo visto não será.
Obs: Eu tive e tenho console da Nintendo.
Eu não classificaria Fatal Frame como um jogo leve… para crianças. Mas é um excepção. A Wii-U não tem títulos third parties por falta de suporte puro e simples.
Vamos dizer que o Fatal Frame entra nos 10% de conteudos adultos, junto ao Bayonetta e um futuro metroid.
Cada um tem uma forma de pensar!!
A Nintendo deixou de focar em jogos hardcore, já tem muito tempo, desde Nintendo 64, isso já foi acabando, o auge de games hardcore, foi com Super Ness algumas décadas atrás!
Falar que a Nintendo precisa de um Halo ou Uncharted eu discordo muito, Mario, Zelda, é maior do que essas franquias, o mundo todo conhece Mario, já jogou e vende pelo nome, Zelda um pouco menos mas é a mesma coisa, agora Halo?
Halo vendeu 60 milhões mas desses 60 milhões uns 50 deve ter sido nos EUA, Halo americanos que gostam em outros lugares do mundo nunca foi bem, inclusive no Brasil Gears of War é maior do que Halo.
Uncharted é uma serie maravilhosa, talvez hoje em dia seja a maior franquia da Sony, mas não se pode comparar com Mario.
Hoje em dia não faz sentido a Nintendo querer voltar fazer jogos hardcore, uns 10% no montante pode querer comprar Nintendo Wii-U para jogar Cod, Batlefield, mas esses tipos de jogo hoje em dia não combina mais com a Nintendo.
E falar que 90% dos jogos na Nintendo são infantil não entendi em qual sentido, Mario, Zelda, DK , você acha infantil?
Então acho engraçado um jogo infantil ser mais difícil do que muitos jogos hardcore, onde tem vida infinita, checkpoint a cada 3 minutos!
E o melhor exclusivo, do Xbox One, Sunset Overdrive, um jogo de mundo aberto, com armas bizonhas, caricato, onde os zumbis explodem geleia, e é extremamente fácil, e isso faz ele ser infantil?
A unica coisa que eu sei que ele é extremamente divertido, mesmo tendo armas bizonhas, sendo caricato e zumbis explodindo geleia, quem dera se mais jogos primasse pela diversão do que um gráfico bonito.
Tens toda a razão no que dizes Rafael. Mas uma consola mais diversificada não mataria ninguem.
Se a Nintendo tivesse Mário e Halo (apenas como exemplo), ue mal adviria daí? Provavelmente eram mercados incompatíveis em grande parte, mas e daí? Desde que devidamente alimentados ambos os mercados poderiam expandir-se e a Nintendo ganhava pelos dois. Que mal adviria ao mundo daí? Não vejo nenhum!
Dás um bom exemplo com Sunset Overdrive. É um jogo não hardcore e fun. Que vive numa consola hardcore. E é um jogo que poderia muito bem estar numa consola Nintendo! Não há mal nenhum na diversidade, e pessoalmente até acho que isso é um dos factores de sucesso da PS4 com o seu gigante suporte ao mercado Indie.
Dizer que Mário é Zelda são maiores que Halo e Uncharted é se prender no passado e nos mais de 20 anos desses games. Super Mário Bros da época do NES vendeu mais de 40 milhões de unidades sozinho, ta certo, mas hoje em dia o Mário mais recente não vende 5 milhões. O mesmo cenário é com Zelda que nunca uma edição vendeu mais que um Uncharted.
Sunset Overdrive é um jogo colorido com armas bizonhas para se tornar caricato, mas tem violência, decapitações, sangue. Não é como um splatoon onde voce atira tinta nem como um Mário onde você pula para coletar moedas. Sunset é uma sátira sobre o apocalipse que ta na moda hoje. Ainda sim, é mais adulto que 90% dos jogos da Nintendo.
E quando eu digo adulto é sobre a temática, nem é sobre apenas criancas jogarem, pois as crianças de hoje em dia, algumas ja jogam GTA por exemplo. Quando eu tinha 10 anos, jogava Resident Evil do PSOne, mal conseguia dormir, mas jogava.
Eu me lembro do Nintendo 64 como uma plataforma extremamente Hardcore, muitos games bons na memória: 007 (2 games ótimos), Perfect Dark, Star Wars, Doom 64, Quake, Turok, Resident Evil 2, Mortal Kombat… Mesmo que muitos não sejam da Nintendo, ter um Hardware potente facilitava o apoio das Thirds.
Super Mário Galaxy vendeu 12.5 milhões de unidades apesar de a Wii estar inundada de variantes do Mário. Wii fit vendeu 22.7 milhões apesar de requer a cara balança, o New Super Mário Bros vendeu 29.32 milhões, e o Mário Kart 36.38 milhões. Halo 3, que foi um sucesso com 14.5 milhões só superou o último desta lista. E é uma excepção de vendas nas consolas mais poderosas. Nem Microsoft nem Sony conseguem juntar 4 jogos com tantas vendas. Aliás, jogos com mais de 10 milhões de vendas nessas consolas, actualmente só vejo Halo.
Embora assine por baixo em tudo o dizes os patches, DLC e season pass ( invenções que não trouxeram nada de bom), não concordo com tudo o que tu dizes.
Nem a MS nem a Sony têm sugado os seus IPs até à exaustão. Sobretudo porque se formos comparar, a Nintendo possui IPs com muitas mais entregas.
Relativamente a gráficos nem sempre foi assim. A GameCube tinha melhores gráficos que a PS2. A Nintendo em tempos já foi como a Sony.
Mas a filosofia da Nintendo é considerar as consolas mais como um brinquedo que um gadget. E isto nem sempre é errado. Aliás, pelo contrário, essa filosofia tem se provado vantajosa nas portáteis.
Eu não sei se posso postar link, mas esqueci de mencionar, que jogo Mario, Zelda DK por mais de vinte anos e nunca me cansei e os jogos nunca foram ruins!!
Sera que Halo vai conseguir manter a qualidade? Fica um artigo bem interessante https://perspectivabr.wordpress.com/2015/06/12/o-desafio-da-microsoft-e-343i-com-halo-5-guardians/
Ainda não houve nenhum jogo da série Halo que fosse ruim. O Halo que foi considerado o pior da série ainda sim foi acima da média.
Uma coisa é verdade, fórmulas que são repetidas a exaustão acabam cansando, e isso pode acontecer em qualquer série. Mário Bros me parecia ótimo quando eu tinha 10 - 12 anos, hoje não é um jogo pra mim, independente da qualidade, não dá mais.
A matéria que você colocou fala de gostos pessoais onde o escritor colocou a opinião dele acima de todas. Percebe-se quando ele chama Halo Anniversary, Halo 4 e Halo MCC de fracassos de crítica. Nenhum desses jogos foi mal avaliado, sendo que desses apenas o MCC teve os problemas de servidores. A campanha de Halo 4 que ele disse ser enjoativa foi considerada o ponto alto do game e para muitos acima de Halo 3 e Halo 2. Dentro de todas as desgraças que ele diz que a 343i fez no Halo 4, o jogo teve nota alta em todo os sites importantes e vendeu 10 milhões de unidades.
Sinto que ele é uma pessoa que torce o nariz para a 343i, talvez por saudosismo a Bungie, mas 70% do pessoal que trabalha em Halo desde o início está hoje na 343i, e desenvolvedores de estudios consagrados como Id Software também. Talvez isso ajude a explicar por que Destiny é um jogo que falha redondamente em contar uma história e seja tão repetitivo. Existem pessoas resistentes à mudanças. É bem provável que o novo Gears of War sofra do mesmo mal, mesmo que a Black Tusk tenha se formado com ex desenvolvedores de estudios como Ubisoft, Crytek e a própria Epic.