E3 2015: Previsões para a conferência da Sony

Playstation

A história tende a repetir-se. Quando a PS3 foi lançada, ela não tinha jogos. Apesar de os ter. Agora com a PS4 a coisa é a mesma: a PS4 não tem jogos. Apesar de os ter. A história prova que a E3 é o palco de eleição da Sony para os seus grandes anúncios. Tornará a história a repetir-se?

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A Sony entrou no mercado de consolas em 1994, apesar de estar a preparar caminho desde 1986. E em pouco tempo tornou muito claro que sabe o que os jogadores querem. A PS1 foi uma boa consola? Sim. A PS2 foi uma boa consola? Sem dúvida. A PS3 foi uma boa consola? Sem dúvida. A PS4 é uma boa consola? Está a construir-se, mas podemos dizer já que lá chegará. De acordo, a companhia comete erros. Basta olhar para as portáteis para perceber que nem tudo corre bem e que há dificuldades. (Aliás, a Vita é mesmo a grande incógnita – marcará sequer presença na conferência?) Mas quem não comete? A E3 sempre foi o local de eleição para os grandes anúncios da companhia. Em 1997, anunciaram Tomb Raider II, em 2000, Metal Gear Solid 2, em 2002, Ratchet e Clank, em 2004, God of War, em 2011, The Last of Us. E não apenas um grande jogo mas vários! Assim, o que podemos esperar este ano?

Bem, deixando para lá os jogos, é quase certo que novos modelos serão anunciados. E tal como no caso da Xbox, acho que é muito cedo para um modelo slim. O mais provável é que vejamos apenas para já novos modelos de 1TB. Aliás, documentos de certificação na FCC, registados recentemente, apoiam esse rumor e revelam alguns dados interessantes como o facto de o novo modelo ser, supostamente, mais leve. Certamente, isto será uma das notícias que poderemos esperar conjuntamente com uma possível descida de preço para permanecer competitiva. A outra grande estrela do espectáculo será o Projet Morpheus. Tal como a Microsoft com o Hololens, a Sony também deve dedicar parte da conferência em títulos para o dispositivo e possívelmente uma data de lançamento específica. Por último o PS Now. A estrear este verão é também muito provável que parte da conferência seja dedicada ao serviço, nomeadamente preços e dispositivos que o suportam. E agora, os jogos que Sony deve mostrar na E3.

Uncharted 4: A Thief’s End ( Já anunciado)

Uncharted 4 será certamente a grande estrela da conferência da Sony. O shooter na terceira pessoa de acção-aventura, desenvolvido pela Naughty Dog, será lançado, em príncipio, no primeiro ou segundo trimestre de 2016. Para quem não sabe, Uncharted segue as aventuras de Nathan Drake, um caçador de tesouros descendente do pirata inglês Sir Francis Drake, enquanto procura por relíquias antigas e de valor incalculável no moderno mundo atual, desfazendo pelo caminho mitos e lendas antigas com factos científicos. A história combina sempre momentos de drama e de acção intensa com comédia derivada da personalidade do protagonista, longe de ser perfeita, e dos seus aliados. A quarta entrega ocorre 3 anos após Uncharted 3: Drake’s Deception. Drake desistiu da vida de caçador de tesouros, assentou numa vida normal, com a sua amada, Elena. Mas o regresso inesperado do seu irmão mais velho, Sam, que precisa da sua ajuda, deixa a sua vida de pernas para o ar e obriga Drake a entrar numa aventura por todo o globo que vai testar os seus limites físicos e psicológicos. O primeiro teaser, com um nível gráfico soberbo, foi revelado na E3 2013, e no Playstation Experience, no final do ano, foi mostrada a primeira gameplay, levando a um escândalo de downgrade. Sendo a primeira gameplay, pré-alpha, a E3 de 2015 será altura de a Naughty Dog mostrar exatamente até onde consegue chegar na ps4.

Uncharted: The Nathan Drake Collection (já anunciado)

Um erro na Playstation Store, terá forçado a mão da Sony e agora sabemos que os três títulos originais da PS3 serão lançados em versão remasterizada, a 1080p e 60 fps, na PS4. Sem modo multijogador, para, segundo os responsáveis do estúdio, não dividir a comunidade multijogador que já possuem. Mas há mais. Haverá novidades na gameplay e novos troféus, bem como, um acesso antecipado à beta do multijogador de Uncharted 4. Uncharted: The Nathan Drake Collection é lançada a 7 de Outubro de 2015 e com certeza teremos o primeiro contacto nesta E3.

Until Dawn (já anunciado)

Until Dawn é um survival horror no qual seguimos Sam, Josh, Jessica, Mike, Emily, Matt, Ashley e Chris enquanto passam uma noite numa cabana na floresta, no aniversário do desaparecimento da sua amiga Hannah, ignorantes do facto de estarem a ser perseguidos por um psicopata sedento de sangue. Ao estilo dos títulos da Quantic Dream, em Until Dawn, as nossas acções e decisões têm impacto no desenlace. Mas a Supermassive Games, o estúdio por trás, decidiu levar isso a um nível completamente novo. Tal como os filmes de terror ( Cabin in the Woods, Massacre no Texas, Scream) onde se inspira, o mal, ou a entidade maléfica não é completamente compreendida até ao final, e este jogo quer convidar o jogador a desvendar todos os segredos. Por isso, o jogo foi desenhado para ser jogado múltiplas vezes (dado que uma só vez não será suficiente para compreender toda a história) e assim, vamos controlar em vários playthroughs as diferentes personagens, com as nossas decisões a causarem grandes consequências mais tarde, usando para isso um sistema de jogo conhecido como Butterfly Effect, com o qual é possível manter as 8 personagens vivas até ao final da história ou matá-las a todas. Isto permite muitos caminhos diferentes para completar o jogo e vários finais alternativos. Until Dawn chega a 26 de Agosto de 2015, e certamente teremos mais detalhes na E3 deste ano.

Ratchet e Clank ( já anunciado)

O próximo Ratchet e Clank será lançado na primavera de 2016 (a acompanhar o filme de animação) e será um reimaginar do primeiro jogo, desenvolvido pela Insomniac Games. Ratchet e Clank é um jogo de plataformas, que se passa num Universo ficcional onde a viagem interplanetária entre várias galáxias é possível. Os planetas, são populados por numerosas espécias animais e robóticas, indo desde grandes metrópoles muito desenvolvidos, a planetas desertos e pouco colonizados. Os protagonistas são Ratchet, um lombax – felino antropromórifco com mãos semelhantes às humanas e com um talento natural para gadgets- e Clank um robot. O jogador controla Ratchet na maior parte do tempo, só controlando Clank em certas secções. É um jogo de acção-aventura de plataformas, em terceira pessoa, no qual o jogador tem que ir avançando na história abastecendo a personagem principal com upgrades e novas armas, que vão sendo desbloqueados ao longo do tempo. Na E3 do ano passado tivemos um trailer e este ano é provável que vejamos alguma gameplay.

No Man’s Sky (já anunciado)

No Man’s Sky é um jogo de acção-aventura, no qual somos convidados a explorar um universo aberto, gerado processualmente. O jogo será baseado em 64 bit, o que permitirá cerca de 18*10^21 mundos diferentes, com características únicas. Os jogadores têm o papel de um explorador interplanetário, que com a sua própria nave espacial, explora a superfície de inúmeros planetas e interage com a fauna e a flora desses mundos e pode, até mesmo, iniciar combates com forças hostis. O jogo terá componente online permitindo a partilha dos mundos descobertos entre utilizadores diferentes, mas inclui modo offline, o qual não afectará a experiência. Os mundos que exploramos serão ricos na sua fauna e flora, e acima de tudo únicos, incluindo vários ambientes, florestas, montanhas e abismos subaquáticos e variando de ambientes favoráveis a locais com condições duras e predadores muito perigosos (minhocas gigantes carnívoras estão incluídas no menu). Ao longo da aventura, os jogadores vão recolhendo recursos, os quais podem trocar ou vender nos mundos que visitam, de modo a terem meios para realizar manutenção do equipamento, comprar combustível, e fazer upgrades, à medida que procuram atingir o objectivo que é chegar ao centro da galáxia. No Man’s Sky ainda não tem data definitiva de lançamento, sendo um exclusivo temporário da PS4, que posteriormente chegará ao PC.

HellBlade (Já anunciado)

Hellblade é o próximo grande título da Ninje Theory, estúdio que se celebrizou com Heavenly Sword, na ps3, e que entretanto já nos entregou Enslaved: Odyssey to the West e DMC. Descrito como o indie AAA ( isto é, produzido de forma independente, mas com valores de produção de um título AAA), a história centra-se num mito celta, na qual Senua, a protagonista, embarca numa aventura muito pessoal através do submundo. A Ninja Theory já prometeu um novo nivel de combate brutal, elevando ao próximo patamar tudo o que já entregaram até agora. Hellblade está a ser desenvolvido para a PS4 e PC, e já foi anunciado que no próximo dia 10 de Junho gameplay será revelada. É possível que este jogo marque também presença na conferência da Sony.

Street Fighter 5 (já anunciado)

Foi na Playstation Experience de 2014, que foi anunciado que Street Fighter 5, bem como a versão remasterizada de Ultra Street Fighter 4, seriam lançados exclusivamente na PS4. Ultra Street Fighter 4 acabou por ser um tiro no pé: a performane da versão remasterizada deixava muito a desejar, estando assolada por bugs inadmissíveis e acabando por nem ser usada no torneio da série organizada pela própria Capcom. Esperemos que Street Fighter 5 chegue em melhor estado. Até agora sabemos que o arcade de luta será lançado em Abril de 2016, e que graficamente será bastante semelhante ao antecessor, contando com novas mecânicas, movimentos redesenhados, e cenários destrutíveis.

PlanetSide 2 (já anunciado)

PlanetSide 2 é um FPS MMO free-to-play, que basicamente é um remake do original, lançado em 2003 para PC (o porquê do nome PlanetSide 2 escapa-se-me completamente). Depois de explorar um buraco-de-minhoca, no espaço profundo, a República Terran (um governo galáctico, centralizado e oligárquico, que governa a humanidade à milhares de anos), encontrou apenas um mundo habitável. Esse mundo, batizado de Auraxis, já possui muitos habitantes, de aspecto muito familiar e que manejam, sem saber, tecnologia avançada Decidida a saber mais sobre esse mundo, a República envia expedições para explorar e colonizar o planeta. Chegados lá, os colonos decobrem os restos de uma antiga civilização alienígena, que dominaram uma tecnologia que estava muito mais avançada que qualquer coisa que a Humanidade alguma vez tenha produzido. Com o colapso do portal, e com todas as tentativas para o reabrir falhadas, o planeta, os colonos e a tecnologia perderam-se desestabilizando o governo, levando a uma guerra civil entre diferentes facções, que querem decidir o desino da humanidade. O jogado poder-se-á juntar a cada uma destas facções lutando, quer a pé, quer no ar, em desertos, montanhas, florestas e pântanos. O objetivo é simples: cada facção deve conquistar quantas instalações conseguir na superfície do planeta, com o jogador a controlar a personagem que escolheu numa perspectiva de primeira pessoa combatendo com potencialmente milhares de jogadores (isto já foi conseguido no primeiro título de 2013). O jogo foi lançado em 2012 para PC e será lançado na PS4 no dia 23 deste mês. É possível que seja referido na conferência deste ano.

Let it Die (já anunciado)

Let it Die é um exclusivo para a PS4, que está a ser pela Grasshopper Manufacture, estúdio que se celebrizou com Killer 7 em 2005, e que mais recentemente entregou o psicadélico Lollipop Chainsaw. Let it Die está prometido como um jogo hack-and-slash free-to-play, que será, em princípio, lançado este ano. Dos poucos detalhes inicialmente conhecidos, o jogo terá uma protagonista feminina e passar-se-á no ano de 2043, com o foco da jogabilidade a centrar-se no multijogador online. O jogo terá uma compannion app que permitirá aos jogadores de smartphones estar no mesmo mundo que os que jogam na consola. A morte das personagens será importante dado que quando um jogador morre, ele surge no jogo de outro jogador. O jogo foi revelado em 2013 e na E3 de 2014 teve uma mudança de nome. É possível, dado o lançamento estar previsto para este ano, que mais detalhes sejam revelados na E3.

Tearaway Unfolded (já anunciado)

Tearaway é um jogo de plataformas em terceira pessoa que foi desenvolvido pela Media Molecule para a PS Vita. O jogo é sobre um mensageiro (que nós controlámos) que tem de entregar uma mensagem, ao Jogador (a câmara frontal da consola coloca a nossa cara no horizonte) – “The You” – uma entidade suprema que ilumina o mundo. Podemos personalizar a nossa personagem, entre masculino (Iota) e feminina (Atoi – perceberam?), e navegamos num mundo lindíssimo, colorido e que parece feito de papel. O jogo foi muito bem recebido pela crítica, que o louvaram pelo aspecto gráfico, gameplay e originalidade, e tira total partido das características únicas da consola. E ao que parece um remake, Tearaway Unfolded, está em desenvolvimento para a PS4, o qual contará com uma história mais extensa, e tirará total partido das características únicas do DualShock 4.


Soma (já anunciado)

Soma é um survival horror de ficção científia do mesmo estúdio que se celebrizou pela série Penumbra e Amnesia no PC. Dos poucos detalhes que se conhecem, o jogo passar-se-á numa instalação de pesquisa subaquática, PATHOS-2, em que a maquinaria começa a adotar características humanas. Relativamente à gameplay, ela incluirá todas as características que popularizaram a série Amnesia no PC, sendo jogado de uma perspectiva de primeira pessoa e encontraremos, ao explorarmos a instalação, criaturas estranhas bem ao estilo que o estúdio nos habituou. Em Janeiro deste ano, foi anunciado que o desenvolvimento do jogo estava praticamente terminado e que os últimos detalhes estavam a ser polidos. SOMA será lançado para PC e PS4 a 22 de Setembro de 2015. Mais detalhes devem ser revelados na E3.

The Tomorrow Children (já anunciado)

The Tomorrow Children é um jogo de acção aventura em mundo aberto, que está a ser desenvolido pela Q-Games (os mesmos de Pixeljunk), em exclusivo para a PS4. O jogo é descrito como sendo uma mistura entre uma distopia pós-apocaliptica versão União Soviética, que inclui elementos, na gameplay, de colaboração para a construção e economia social ao estilo de Minecrat. A colaboração do estúdio com a Sony dá-se ao nível do desenvolvimento do motor gráfico o qual procura utilizar várias características do hardware da PS4 para tentar atingir gráficos 3D com aspeto de CGI pré-renderizado.

Rime e outros indies (já anunciado)

Rime é um título em mundo aberto, de terceira pessoa e de plataformas. O jogador controla um rapaz, que precisa de escapar de uma ilha e a uma maldição, tendo para isso de explorar o local e resolver puzzles. O jogo usará o próprio ambiente da ilha e áudio sem narrativa para contar a história. Existirá um ciclo dia-noite, o qual influenciará a gameplay e o aspecto visual. O jogo foi mostrado pela primeira vez num trailer em Agosto de 2013, na conferência da Sony na Gamescom. Em 2014 um segundo trailer foi lançado. Como Rime, outros títulos podem surgir incluídos no programa de apoio a indies da Playstation.

Deep Down (provável)

Deep Down é um RPG, free-to-play, que está a ser desenvolvido pela Capcom e está com lançamento marcado para este ano, apesar de ainda não ter data definida. É um jogo single player, com opção de co-op até 4 jogadores em multiplayer (do mesmo modo que Dark Souls). Dos poucos detalhes conhecidos, sabemos que o jogo se inicia em Nova Iorque no ano de 2094. Ao tocar em artefactos mágicos somos transportados a um passado distante, para explorar masmorras, aleatoriamente geradas, e na qual enfrentaremos vários monstros, desde ogres a dragões, armados com espadas e lanças. O jogo foi revelado durante o Playsatation Meeting, em 2013, e desde então tem sofridos vários adiamentos e mudanças de conceito. Será que este ano teremos mais notícias?

Horizon (provável)

Horizon (nome de código) é o novo título da Guerrilla Games, o estúdio responsável pela série Killzone, e até agora poucos detalhes são conhecidos. Sabemos que é um RPG em terceira pessoa, de acção aventura que se passa num mundo aberto, luxuriante e colorido (e se Killzone Shadowfall serve de referência devemos esperar o melhor), que vai desde tundras geladas, a florestas e vastas savanas. É um mundo semelhante a The Witcher, no qual vamos encontrar vilas e cidades com sociedades tribais. E não nos podemos esquecer dos dinossauros robóticos! Jogamos como uma caçadora de uma tribo, que está fascinada por uma antiga civilização que existiu à milhares de anos e cujas ruinas gosta de ir explorar. Usaremos o arco, flecha e a corda, para destruir as gigantes criaturas robóticas, da mesma forma que em Star Wars: Episode V se deu cabo do AT-T. O jogo terá um grande foco em singleplayer, com a possibilidade de co-op. É possível que novos detalhes sejam revelados nesta E3, com o jogo a ser lançado só em 2016.

hori2

Gran Turismo 7 (provável)


Depois do muito desastroso lançamento de Driveclub é normal que a Sony queira concertar a asneirada. O jogo já se encontra a funcionar em condições e uma atualização recente revelou que a PS Plus Edition, estaria, finalmente, a chegar. Mas não me parece que a companhia vá anunciar isso na E3. Pelo menos por si só. Assim, a hipótese levantada por muitos é a de que para compensar os falhanços de Driveclub, um dos grandes anúncios da conferência será Gran Turismo 7, a próxima entrega do mais popular simulador automóvel na Playstation. Tendo em conta que o responsável pela série, Kazunori Yamauchi, mecionou numa entrevista, em 2013, que GT7 chegaria à ps4 em um ano ou dois, estamos na altura de algo ser anunciado.

Heavy Rain e Beyond Two Souls Remaster (provável)

A Quantic Dream é um estúdio que se celebrizou pelos jogos que cria, em que a história é o foco principal. Nos seus jogos, o jogador assiste a uma história, e interage de modo a saber mais detalhes e permitindo assim decidir o seu desenlace. A gameplay combina elementos de exploração com quick time events, numa forma original de controlo e interacção. Heavy Rain foi o primeiro título do estúdio para a ps3, e nele seguimos a história de várias personagens enquanto tentam desvendar o segredo por trás dos crimes do Origami, um assassino em série, que rapta crianças e obriga os pais a passarem por testes e armadilhas mortais a fim de recuperarem os seus filhos. Depois tivemos Beyond: Two Souls, lançado em 2013, e tendo no elenco Ellen Page e Wilhem Dafoe. Segue a história de Jodie Holmes, desde criança até adulta, de uma forma não linear. Jodie, desde que nasceu, possui uma ligação psíquica com uma entidade misteriosa chamada Aiden, a qual comunica com Jodie e consegue realizar actos telepáticos. É levada pelos pais, para uma base militar onde cresce sendo continuamente submetida a testes, e treinada como soldado. A história foca-se não nos poderes e nas missões de Jodie, mas no drama desta mulher que tenta continuamente escapar ao seu destino e ter uma existência normal – algo que graças a Aiden termina invariavelmente em desastre. Isto enquanto tem que lidar com conspirações do governo e outros espíritos do além. Estes dois títulos, em versão remasterizada seriam adições bem-vindas ao catálogo da PS4. Será que teremos novidades na E3?

Novo Título da Quantic Dream (provável)

Antes de Heavy Rain ser lançado, uma demo técnica, The Casting foi revelada em 2006. Antes de Beyond Two Souls ser lançado, uma demo técnica, Kara foi revelada em março de 2012. A Quantic Dream já mostrou uma demo técnica, “The Dark Sorcerer” (muito impressionante), na revelação da ps4 em Fevereiro de 2013. Tendo em conta a tendência do passado e os últimos rumores de profissionais de marketing a serem contratados pelo estúdio, é provável que algo do novo projecto da Quantic Dream seja visto na conferência deste ano.

God of War III remaster e God of War 4 (provável)

God of War III Remaster, chega à PS4 em breve, e trata-se da versão remasterizada do terceiro e último capítulo da saga, em que Kratos, tem, por fim, a sua vingança sobre os Deuses que o traíram. God of War é um jogo de plataformas acção aventura, em terceira pessoa com elementos de hack and slash, passado numa versão mitológica da Grécia antiga. No terceiro título, Kratos, após trazer de volta os Titãs, ataca o monte olimpo com um único propósito: destruir tudo e acabar com a era dos Deuses. Com gráfios soberbos, uma gameplay viciante e cenários de cortar a respiração, God of War III, foi o primeiro título da saga para a PS3, tendo sido recebido com aclamação por parte da crítica e agora é relançado em versão remasterizada a 1080p e 60 fps para a PS4. O jogo é lançado a 14 de Julho de 2015 e é provável que seja referido na conferência.

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God of War® III Remastered

Para além do remaster de God of War III, uma sequela há muito que é desejada pelos fãs. God of War Ascension, lançado 3 anos após o terceiro, foi uma prequela, louvada a nível técnico, criticada pela história. É compreensível: depois de destruirmos o Monte Olimpo, fosse o que fosse que viesse a seguir não conseguiria igualar isso. Pessoalmente, acho que a série já deu o que tinha a dar, e não vejo sentido num novo jogo da série. Mas sabe-se que a Santa Monica Studios, depois da sua colaboração em The Order 1886, e depois da reestruturação que sofreu está a trabalhar num novo título que pode muito bem ser o tão aguardado quarto capítulo, que segundo os rumores é God of War: Redemption. Pode ser que tenhamos novidades.

GOWredemption

The Last Guardian (pouco provável)

Conhecido no Japão como “Trico, a águia que come homens”, é o próximo titulo da Team ICO, dirigido por Fumito Ueda, sendo assim de esperar que estética e estilisticamente, bem como a nível de gameplay, o jogo conte com elementos dos títulos anteriores do estúdio: ICO e Shadow of the Colossus. Sobre o conceito os detalhes são escassos: controlamos um jovem rapaz que tenta escapar de umas ruinas que parecem pertencer a uma fortaleza de grandes dimensões. Entretanto torna-se amigo de Trico, uma criatura gigante, tipo grifo, misto entre àguia e gato. O jogo é uma aventura em terceira pessoa, que requer que o jogador, que tem o papel do rapaz, manipule Trico como a um animal de estimação (atraí-lo com comida, por exemplo), de modo a poder usá-lo como meio de progredir pelo cenário gigantesco. Trico tem lanças e setas espetadas nas costas, e incialmente está preso, sendo que mais tarde é libertado e é mostrado a atacar um soldado. O jogo está em desenvolvimento desde 2007, e foi anunciado formalmente em 2009, na E3, tendo sido planeado para ser lançado em 2011. Entretanto foi continuamente adiado, Fumito Ueda já deixou de trabalhar para a Sony, embora continue como consultor a participar no desenvolvimento do jogo. Em Fevereiro de 2015, a Sony declarou que o jogo continua em desenvolvimento embora as condições tenham mudado. Será este ano que teremos mais notícias?

Syphon Filter ( pouco provável)

OK, ok. Na realidade as possibilidades são muitas. O rumor, não confirmado pela Sony, é a de que um grande IP da era da PS2 irá voltar em exclusivo para a PS4. O rumor foi lançado por Tidux, o mesmo insider que previu a apresentação de Uncharted 4 o ano passado. O grande problema aqui é que à Sony não lhe faltam IPs. Crash Bandicoot, Jak and Daxter, Spyro the Dragon, Jet Moto, Wipeout, Tomba, Dark Cloud, Medievil, são apenas alguns dos IPs da Sony que ficaram na memória, e que muita gente gostaria de voltar a ver em novas versões. Syphon Filter é a escolha quase unânime entre os fãs (e eu próprio). A série iniciou-se na PS1 tendo entregas na PS2, PS3 e PSP. Nele controlamos Gabe Logan, um agente secreto que tem como missão impedir um terrorista de lançar um ataque biológico usando um vírus letal chamado Syphon Filter. O reboot da série para a nova geração e com a mais alta qualidade dos estúdios Sony seriam muito bem vindo. Mas, Tidux já lançou mais achas para a fogueira, dizendo que a Sony tem em preparação um grande jogo começado pela letra P ( se é o franchise da PS2 ou algo diferente não se sabe). Considerando a combinação dos dois rumores anteriores, só me recordo de dois franchises que a Sony pode ressuscitar. Pursuit Force, na qual somos um agente da polícia especializado no confronto armado com criminosos, a pé ou de carro (ou ao longo do tejadilho do mesmo). A outra será Primal, um título lançado em 2003 para a ps2, pela SCE Studio Cambrige (agora Guerrilla Cambrige), onde temos de ajudar uma jovem de 21 anos a resgatar o namorado, ao longo de uma série de reinos demoníacos. Será que teremos detalhes na E3?

A conferência da Sony ocorre de 16 de Junho às 02h00 ( hora de Lisboa) E vocês que acham que a vamos ver na conferência da E3 da Sony este ano?

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Readers Comments (55)

  1. Rapaz, Se mostrasse metade do que está aí, para mim já estaria bom. :)

    • Muita coisa já foi confirmada!

      O banner de Uncharted 4 já coroa a entrada do evento em Los Angeles!

      http://www.eurogamer.pt/articles/2015-06-08-uncharted-4-entrada-da-e3

      O que torna mais que certa a presença do jogo. O vídeo promocional de Uncharted Collection também revelado recentemente torna também mais que certa a presença do título na conferência.

      Depois mais um vídeo gameplay de Until Dawn foi divuldado hoje:

      E um vídeo de Hellblade:

      E um vídeo de Ratchet e Clank, espetacular:

      E um novo vídeo de Tearaway Unfolded:

      E novos declarações d fundador da Just Add Water (estúdio responsável por Odd World New and Tasty) apontam para que Mark Cerny esteja a colaborar com a Team ICO para terminar The Last Guardian ( que para mim será o grande anuncio da noite).

  2. Ainda acho pouco pois praticamente 2/3 do que está nesta página já foi anunciado.

    Minhas apostas para a Sony este ano:
    1- Teaser do Gran Turismo 7 com divulgação do semestre de lançamento em 2016 e também com a divulgação do volante Logitech G29;
    2- Teaser do God of War 4;
    3- Outro gameplay de Uncharted 4;
    4- Anúncio do jogo da Quantic Dreams;
    5- Anúncio do download do Driveclub + Edition, ficando disponível para download já na E3;
    6- Anúncio de algum IP novo First Party;
    7- Quem saiba alguma novidade sobre os games da Konami, já que ambas empresas são japonesas e até onde sei a Fox Engine roda melhor no PS4;
    8- Falará sobre o HD de 1T
    9- Algum anúncio surpresa;
    10- Deixei por último, embora não quisesse falar devido os anos anteriores, o anúncio do The Last Guardian, que apesar de não ser o jogo preferido pelo grande público do PS4, poderia salvar o final de ano da Sony.

    • Grande parte dessa lista já refiro… mas reconheço que deixei muita coisa de fora (não referi The Witness por exemplo).

      Relativamente ao Kojima, se entrasse para a Sony seria uma grande vitória para a companhia sem dúvida e realmente há uma grande proximidade entre os dois (lembram-se do Supe Monkey Ball e MSG Ac!d?). Mas pessoalmente, acho que para todos e ninguém ficar a perder a companhia certa para ele é a Bethesda. A Bethesda tem um estilo muito próprio e condiz com o estilo do Kojima. Além disso, a sua forma de trabalhar parece que está em acordo com a forma como a Bethesda desenvolve os seus produtos. Seria o casamento perfeito.

      • Embora apoiasse a ida do Kojima para a Sony (se um dia houver este contato) prefiro que ele crie ou fique em uma produtora multiplataforma, seria a melhor decisão para nós gamers.

    • Podem riscar (tag strike) a metade final do n°1, pois a Logitech acabou de confirmar o volante G29.

  3. Eu espero que o novo IP da Guerrilla não faça lembrar em nada o Killzone.
    Syphon Filter seria uma boa.
    Espero para o bem da indústria que não aconteça os remasters da Quantic Dream.
    Pelo bem do ato de jogar video games, eu espero que o novo jogo da Quantic Dream não tenha mecânicas similares aos anteriores.

    Acho que são boas perspectivas para o ano que vem, mas para esse ano ta fraco, e no ano que vem a concorrência também será forte, Quantum Break, Scalebound, Crackdown e Gears of War 4 são praticamente certezas de 2016. Vamos ver como será, as vezes as apresentações acabam sendo totalmente diferentes do que prevemos.

    • “Para o bem da industria?” Não percebo porquê… Para o bem da industria devíamos acabar com jogos capados e entregues aos pedaços. Para o bem da industria o DLC devia ser coisa do passado. Para o bem da insdutria deviamos acabar com as entregas anuais que arruínam uma experiência. Para o bem da industria é bom que DRMs sejam coisa do passado. E para o bem da industria devíamos ter mais como a Quantic que não tem receio de pensar fora da caixa, e em vez de entregar mais um shooter, dos milhentos que existem, entregam uma experiência original.

      Os jogos da Quantic foram dos mais originais que surgiram e conseguiu atrair muitos casual gamers para a consola com os seus controlos mais user firendly. Além disso, são dois dos meus títulos favoritos na ps3. E foram adorados pela crítica.

      Não é um jogo: é uma experiência. Uma nova forma de contar uma história. Um novo patamar onde levar os jogos. Não há a pressão de viver ou morrer, é um jogo que se experiencia relaxado, mas que sabe viciar ou criar tenção.

      Espero que os remakes saiam. São grandes títulos, grandes trunfos da ps3, e como já referi, uma bela adição ao catálogo da ps4. Fala por ti. Eu cá espero ansiosamente pelo próximo.

      Depois de Killzone Shadowfall (que adorei) acho que o melhor é a série sofrer um reboot na ps4 e pela mão da Guerrilla Cambridge, com o mesmo motor. Reconheço que apesar de tecnicamente capaz a série precisa de ser revista.

      Horizon tem um estilo completamente diferente de Killzone, é um RPG de mundo aberto e em terceira pessoa, por isso está descansado.

      Este ano tens Until Dawn, Uncharted collection, Soma (provávelmente), Hellblade (provavelmente) Planetside 2, No Man’s Sky e The Last Guardian (provavelmente). Não vejo nada de fraco.

      • Jogarei No Man’s Sky, em meu PC…

        Não curto as “experiências” da Quantic Dream, preferia que elas fossem mais ao estilo Naughty Dog.

        E para o bem da indústria, os próximos jogos deveriam ser como The Wicther 3 e futuramente Halo 5, DLCs gratuitos!

        Fico imaginando quanto a activision não está esperando lucrar com 10 anos de DLCs de Destiny.

        • Então prepara-te porque vais deixar a Xbox ONE a apanhar pó… Com o cross-play, até Halo 5 vais ter no PC…

          O facto de não curtires não interessa, porque a experiencia vale o que vale por si só, não depende do que achas. E há muita gente que curte, ou então não teriam feito 3 jogos baseados no mesmo sistema. E não teria vindo a Telltale com The Walking Dead, construindo em cima do mesmo, nem a Dontnod com Life is Strange e muito menos Until Dawn.

          Para o melhor da industria, os jogos deviam inovar, reiventar-se e não ser a mesma coisa com gráficos recauchutados - isso ninguém agradece. Quantos aos DLC, a única coisa que vale à pena é como a Sucker Punch ou a ND os faz, mais gameplay, novas histórias que espandem os jogos e que são extras. Nãoo DLCs gratuitos , que basicamente é uma forma de entregar o jogo aos pedaços porque teve de ser despachado para as prateleiras.

          • A única chance de alguem jogar halo 5 no PC e por streaming se tiver um Xbox One e windows 10. Halo 5 não sai para PC.
            As novas experiências que eu espero da industria incluem muito gameplay, e eu acho que a maioria assim prefere.

          • Halo 5 no PC? quero fontes….

          • Enrique, por cross-play…

            Fernando, não seria a primeira vez que aconteceria em todo o franchise (e vamos lá a ver se a MCC não vai lá parar).

            Mas Rise of the Tomb Raider, então. Fable Legends. Afinal há muitos mais exclusivos no catálogo da Xbox no PC do que acontece na consola da Sony. ( Basta olhar para Ryse: Son of Rome ou Alan Wake…)

            Gameplay todos os jogos têm. E todos os jogos têm a sua. O que dizes não faz sentido.

      • Não lembro de Beyond Two Souls sendo adorado pela critica basta ver o metacritic. eu não gosto de jogos aonde eu estou mas assistindo do que jogando.

        Ou então que se cobra-se mais barato por esse tipo de “experiencia” ja que ninguém paga 200 reais quando vai ver um filme no cinema.

        • Beyond Two Souls é efectivamente uma experiencia cinematográfica interactiva. Não será destinado ao hardcore gamer mas não deixa de ter uma boa audiência e de ser um jogo que vendeu bem. Pessoalmente sempre gostei deste estilo de jogos por serem uma lufada de ar fresco dentro do estilo tradicional. E com as decisões a influenciarem o rumo da história, podendo haver vários fins, certamente temos mais do que um mero filme.
          A questão é só uma, há quem goste, e como estou farto de dizer é um erro julgar qualidade pelos gostos pessoais.

        • Paguei R$150,00 para jogar o “filme” Beyond Two Souls e gostei, já “assisti” a 2 finais e em breve jogarei novamente para ver os demais. Depois dele também paguei em torno de R$100,00 para jogar o filme “Heavy Rain” e também gostei.

          Pô galera gosto não se discute, se não gosta do jogo diga que não é o seu gênero e pronto. Agora o cara não curti e fica dizendo que o jogo é um filme, que paga para assistir. Da mesma maneira não gosto de FPS, pois para mim o objetivo principal é 1- correr; 2- atirar;3- chegar do outro lado.

          Já Heavy Rain e Beyond se diferem pois cada ação interfere no final e também no desenrolar da história. Não generalizando, mas aqueles que dizem que o jogo é um filme com certeza não jogaram estes títulos. Espero que a Quantic Dreams continue com este tipo de jogo, é o que ela sabe fazer de melhor, o seu público é específico e com certeza continuará comprando os seus jogos.

          • O género não tem nada a provar!

            A Quantic já lançou 3 jogos no mesmo estilo.

            A Telltale Games teve sucesso precisamente por apostar em jogos neste estilo.

            A Dontnod com Life is Strange e Until Dawn são apenas dois títulos recentes que confirmam que o género está vivo e bem vivo. Mas claro, disparar uma arma e destruir tudo à nossa volta, sem refletir e sem pensar é muito mais fácil, e por isso, um género mais “sério”.

            Porque quando o FPS é mais estratégico a coisa muda.

    • Quantum e Gears né
      Porque esse crackdown meeehhh
      Scalebound? que jogo seria esse, nunca ouvi falar dele

      • O primeiro tem uma base de fans que sempre o elogiam e o criador, que não participou do segundo, é o mesmo que fez GTA.
        Scalebound é o game da Platinum, aquele outro desenvolvedor japonês que não faz jogo ruim, que fez o Bayonetta e o Vanquish. Os caras desse estúdio são veteranos que já trabalharam em games como Resident Evil e Devil May Cry e recentemente eles fizeramum dos melhores jogos de WiiU, Bayonetta 2. Segundo a Platinum, Scalebound é o maior jogo que já trabalharam em termos de escala, investimento e recursos técnicos.

        • Base de fans que o elogiam, kkkkkk
          Sério isso fernando, fui dar uma conferida no meta e esse jogo não passa de um jogo mediano pra vc estar querendo usar como argumento, se tem ali o cara do GTA pouco importa, sem falar que os próprios fans como vc mesmo diz deram 6.1 pra esse jogo.
          Sobre Scalebound a chance de vir bomba e a mesma de vir algo bom, é bom ter cuidado pois nem gameplay saiu ainda, alias de nenhum desses que vc citou.
          Outro dia o sr. não colocava ori na conta de exclusivos do xone, dai o amigo coloca no man sky e vc já vem com esse discurso de que vai jogar no pc,kkkk.

          • A mesma coisa que eu ouvi quando falei de Ori, e dai?
            Notas de usuários do metacritic contam pra alguma coisa? Qualquer um que não tem o jogo pode ir lá e dar nota.
            A Platinum é apenas a melhor desenvolvedora do gênero, então as chances dela fazer algo ruim são as mesmas de Uncharted 4 ser uma bosta.

          • Assim como todos os exclusivos envolvidos neste fim de ano, inclusive seu maioral halo 5, se bem que depois que a Bungie saiu a série deu uma decaida com a 343, só ver as notas dos ultimos halos antes do 4.
            Mas quem sabe ela não acerta dessa vez né

          • As analises tiraram notas do Multiplayer de Halo 4, nada contra a campanha, então a 343i não errou em tudo no jogo e mais uma vez usar o metacritic para comparar notas não é algo muito interessante pois existem sites que simplesmente entram lá pra fazer onda e dar nota 2, 4, 5 à jogos que em sua maioria estão com 9.
            E se metacritic é tão importante, vamos lembrar que Halo CE tem 97 e considerar que então ele ainda é o melhor jogo exclusivo da historia.

  4. Já vi o gameplay de Rachet & Clank….
    Esta um espetáculo…..
    Será que é open world o jogo?

    • Os anteriores não foram…

      Mas este está a ser feito com o mesmo motor de Sunsett Overdrive, na PS4. Pode ser, dado que é um reimaginar, que sim.

      Mas certezas não há.

      • 1080+60fps

        • Real ou é um chute? O desenvolvedor diz que é 30fps:

          http://www.playstationlifestyle.net/2015/06/10/insomniac-ratchet-clank-ps4-1080p30fps-no-plans-anything-resistance/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=insomniac-ratchet-clank-ps4-1080p30fps-no-plans-anything-resistance

          Dado o fato de não ser um jogo de mundo aberto com centenas de NPCs e efeitos mlucos como Sunset, talvez eles poderiam ter ido lá.

          • Vê o vídeo gameplay antes de falar, pode não ter desenas de NPC, mas efeitos malucos isso tem, e com milhares de partículas em simultâneo.

          • Sunset rodaria de boa no ps4 em fernando, quem sabe até em 1080p e com o tempo que os caras estão tendo podes ter certeza que R&C vai ser um jogo bem acima no que diz respeito nível técnico que o que vc citou, mas vamos aguardar o lançamento pra depois comentar.
            Obs: Agora que o jogo parece esses filmes de animação que vemos aos montes por ai, isso é verdade

          • Custo acreditar que vocês já jogaram Sunset overdrive, mas beleza, o aspecto gráfico é basicamente o mesmo, e Sunset tem mais efeitos alem de ser mundo aberto. O que eu acho que eles melhoraram, alem da resolução é o Draw Distance.

            https://youtu.be/CKmoqr-lbu0

            Quanto a Sunset no PS4, da forma que o console rodou Assassins Creed Unity e autora The Witcher 3, eu realmente não acredito muito que ele seja assim tão capaz de rodar um game de mundo aberto vivo com efeitos pesados.

          • Unity teve problemas em ambos os consoles e após os patches de correção hj o jogo do ps4 roda melhor que o do xone segundo uma tabela que o mário postou aqui.
            The Wichter 3 tem também problemas em ambos, sem falar que o jogo do xone e subfull hd e sem vsync, só por isso já da pra entender que o ps4 tem mais capacidades que o xone, aliás não sei porque possuidores do xone tem dificuldades de aceitar a superioridade do ps4, o ps4 tem melhor gpu e memória enquanto que o xone tem um processador um poquito melhor que o do play. Agora me diga porque duvidas que Sunset não rodaria melhor no play já que 98% dos jogos desta geração discordam de vc.

          • Eu nem percebo porque raio falam de The Witcher. O jogo está com variações de performance a cada patch que sai. No espaço de um mês teve quatro patches e está já previsto o 1.05 e 1.06. Não seria melhor falarem só no fim para não ser como Unity onde após os últimos patches ambas as consolas tiveram a mesma performance?

          • Mas o PS4 não tem a mesma performance no assassins Creed nem com todos os patches lançados.
            E o The Witcher 3 não tem problemas de tearing no Xbox One, mas tem problemas de frame rate graves no PS4 mesmo após 4 patches, o que indica que 1080p não era a resolução ideal para ele. E falamos domthe Witcher pois é um game de mundo, e mais um que roda mal no PS4 o que me faz duvidar se Sunset Overdrive rodaria tão liso em 1080p nele.

          • Sem poder medir os fps a todos os momentos posso dizer-te que actualmente a PS4, com o patch 1.04, tem como fps máximos, mínimos e médios medidos nesse jogo os mesmíssimos valores da Xbox One em Assassins Creed Unity.
            Versão 1.01
            PS4 min - 18, Xbox One min - 22
            PS4 max - 30, Xbox One max - 30
            PS4 avg - 25, Xbox One avg - 28
            Versão 1.04
            PS4 min - 24, Xbox One min - 24
            PS4 max - 30, Xbox One max - 30
            PS4 avg - 28, Xbox One avg - 28
            https://www.techingames.net/embed/Details/69

            Isto é feito e mantido por um membro do Beyond3D.

          • Eu não entendo as tuas duvidas, Fernando.

            A PS4 é 40% mais potente que a Xbox ONE, algo já certo e sabido

            E duvidas da capacidade da consola só porque a Xbox conta com uma frequencia de relógio no CPU ligeiramente superior?

            Isso não faz sentido. A PS4 é perfeitamente capaz de rodar tudo o que a Xbox roda ( já o contrário a ver vamos). E estás a especular porque um jogo super mal optimizado teve ligeira vantagem na Xbox, ou porque Sunsett Overdrive é um jogo de mundo aberto imensos efeitos e centenas de personagens em simultâneo no ecrã?

            Pois conhecendo Ratchet e Clank como conheço, te garanto: vais ter centenas de personagens no ecrã, efeitos que englobam milhares de partículas geradas em simultâneo e uma escala 10x superior ao que tiveste em sunsett ( aliás basta ver a gameplay para se notar isso). Isto, a 1080p e 30 fps.

            Aonde queres chegar exatamente?

          • Bruno… Só uma nota que convêm ter sempre presente: se comparares um Ferrari a um Fiat punto, a potência é bem diferente! Mas mete ambos no monte e onde é que a diferença fica?

            A PS4 é efetivamente mais potente, mas convêm não esquecer que dependendo do bottleneck podes não conseguir ver 40%. Podes ver mesmo pouco ou até nenhum! Da mesma forma que podes ver mais do que 40%.

            Os jogos que actualmente estão a sair estão a ser programados à vários anos. E nunca tomaram as consolas como uma realidade no seu ciclo de desenvolvimento, sofrendo ajustes para elas (daí os downgrades). A segunda geração de jogos deverá começar a corrigir isso, mas até lá, nunca verás optimizações decentes, e a Xbox One, graças ao facto de partilhar o API de forma directa pode ter alguma aproximação às performances da PS4 (O Vulkan deve por isso ser muito desejado pelos programadores ao eliminar a diferença do software, mantendo performances, suporte e características do DirectX 12).

            Pegando no exemplo de Witcher a Xbox One pura e simplesmente precisa regularmente de 900p para correr o jogo. Uma diferença que chega aos 40% de performance gráfica face a 1080p.
            Ora a PS4 tem mais quebras de performance que a Xbox One (apesar que eu detesto falar destas coisas quando um jogo anda a receber patches atrás de patches, revelando que a própria equipa lhe reconhece problemas diversos). Agora também tem zonas onde é a Xbox que quebra e a PS4 não.

            Isso quer dizer que tens alturas onde atinges os 40% de diferença, alturas onde tens menos, e alturas onde até tens mais.

            Isso num jogo programado em PC, em DirectX, a receber patches atrás de patches, e que corre na PS4 com ajustes e conversões bem mais extensos que os da Xbox One pois há uma mudança completa de API, e que, acima de tudo, apresenta nas performances aquilo que não é a regra de performance do mercado! Nada no entanto que seja anormal, pois se o bottleneck for CPU, como é sabido, a Xbox One tem mais!

            Convém porém não esquecer que a Xbox One tem um hardware mais complexo de ser optimizado, mas a PS4 tem um API que é novidade para a maior parte dos programadores e que muitos deles ainda nem sequer experimentaram limitando-se a correr o wrapper que converte diretamente e de forma cega e automática o código de jogo do DirectX para o GNMX. A potência extra da PS4 tem depois feito o resto!

            Mas uma coisa não podemos deixar de ver. Nem sempre a PS4 mostrará vantagem. Depende de onde ocorre o bottleneck!

          • Entendo, Mário. Mas a questão é que sabemos que estrada é, e ela é plana e em linha reta, para o caso em questão.

            Pelo que tenho entendido o grande problema com a ps4, e o que tem motivado os problemas que o Fernando se farta de apontar, estão relacionados com a bottleneck do CPU - ele não é poderoso o suficiente para, com o que foi feito e da forma que os jogos foram programados, dar conta do recado ( e a ver vamos se o processamento multi-nucleo tem sido convenientemente aproveitado, o que, dado os jogos serem em DX11, e os ganhos enormes que o DX12 permitiu nos processadores AMD, neste campo, duvido)

            Esses problemas também existem na ONE. O que a safa tem sido a frequencia de relógio extra, estou certo?

            Mas sabemos que toda a arquitetura da PS4 foi pensada para o uso do GPGPU, que aliás deverá aliviar a carga no CPU, e os testes iniciais da Ubisoft com a tecnologia apontam para resultados muito superiores à ONE, a render várias bailarinas em simultâneo…

            Agora, alguém me expliue porque é supostamente o enorme número de personagens no ecrã e partículas no mundo aberto de Sunsett, que roda a 900p na ONE, supostamente é algo que a PS4 não consegue fazer a 1080p…

            Sobretudo quando sabemos o porquê desses 900p - esram.

            Está na cara que os problemas que as versões da PS4 dos títulos referidos, são devidos a falta de optimização, a código genérico. A da Ones tem escapado devido à frequencia de relógio extra - e é só!

            E andar a dizer que por isso a PS4 não tem capacidade… faça-me o favor!

            Quero ver qual será a reacção quando certos títulos na E3…

          • A frequência de relógio extra não é significativa. O actual grande ganho está na libertação de até 80% de um 7o núcleo, algo que a PS4 ainda não entendeu ser necessário ser feito pois o seu API tem dado, de forma geral, e apesar de alguns casos especiais, bastante bem conta da diferença. Mas com o DX 12 a PS4 terá de fazer o mesmo. O Vulkan certamente equilibrará as coisas para todos os lados e será certamente o API de escolha. Mas aí aposto que a Microsoft não o vai suportar na One para forçar o uso do DX 12. No entanto a conversão entre eles será certamente mais simples que para o GNM puro que cola completamente no metal.

          • Mas no Outono de 2014, esse núcleo já tinha sido libertado? AC Unity sei que a única vantagem que tinha na Xbox ONE eram aproximadamente 3 fps, um ganho que na altura foi explicado pela maior frequencia de relógio do CPU da ONE face à PS4.

            De qualquer forma vai dar ao mesmo: é como no PC, a vantagem está no facto de o hardware ter características que o tornam mais rápido, e em código nada optimizado foi isso que aconteceu.Seja o núcleo extra, seja a velocidade de relógio

            Mas é engraçado, que o screen tearing de The Witcher também foi um problema frequente no primeiro Uncharted da ps3, algo que as entregas posteriores corrigiram.

          • Teorizou-se na altura várias hipóteses para a diferença. Mas como se pode ver após o último patch, aparentemente tudo se tratou de uma melhor optimização inicial, muito certamente pela mair facilidade de conversão. O certo é que com o ultimo patch, segundo se afirma (e não testei), as versões ficaram idênticas.
            Já agora, a libertação do núcleo ocorreu por essa altura, dando azo a que essa possibilidade estivesse na mesa.

          • Não tem como realizar a comparação de sunser com rachet assim. Por escala, Sunser é maior, qualquer jogo de mundo aberto é maior.
            Os problemas do PS4 em the wicther 3 não são CPU, são efeitos gráficos. As quedas de frame ocorrem em áreas de stress do motor. O gargalo do PS4 nem sempre é CPU, ele pode ser banda de memória também, pois ela não é abundante, é compartilhada entre CPU e GPU.
            Com uma boa otimização da ESRAM e sua capacidade de ler e escrever em simultâneo que a GDDR5 não tem, o Xbox One tem largura de banda semelhante a banda real do PS4 (140GB/s) e exclusivo para GPU.
            The wicther 3 é um game pesado e cheio de efeitos, a largura de banda real do PS4 nem se assemelha a uma GPU High End. Rodar em 900p nos momentos de stress poderia poupar banda.
            Embora o game rode em frame rate aceitável em muitas locais, ele deve ser ajustado para ser estável o máximo possível e resolução dinâmica parece ser uma tendência.

          • Fernando, duas coisas. É muito difícil estar a dizer se o gargalo é CPU ou GPU. O CPU tem de coordenar a geometria da cena a cada fotograma com o GPU. Se ele não debitar o GPU não debita. Por isso é que encontras gráficos de relação CPU GPU em vários jogos.
            Não te estou a negar razão, apenas a dizer que não é simples de se dizer.
            Quanto à largura de banda, tu referes e bem que ela é em tudo semelhante em ambas as consolas devendo ser dito que a Xbox lida com partes da memória bem mais lentas. Seja como for a velocidade da esram é muito teórica e a pratica atira-a para valores bem perto da PS4 pelo que o problema aí seria comum.
            Mas até pode ser isso mesmo pois a resolução na PS4 é superior. Pode ser muita coisa. Só que volto a reafirmar que há que não esquecer o grande numero de patches que saíram e que vão sair, logo o jogo não está final. E se calhar é prematuro falar.
            Seja como for há que não esquecer uma outra realidade, a de que a equipa pode simplesmente estar com mais dificuldades com o GNM que conhece à ano e maio do que com o DirectX com que programa à anos.

          • Fernando, a esram não é uma vantagem da Xbox, a esram é uma muleta! Não tentes fazer dela algo que não é, porque aqui todos sabem exatamente o que a esram é e tentar vender a solução de memória da xbox como mais prática e eficiente não faz sentido.

            Na PS4 tens 8 gb a serem acedidos a 140 gb/s.

            Na Xbox tens 8gb a serem acedidos a 68 gb/s e uns míseros 32 MB a serem acedidos a 204 gb/s ( teoricamente por que na prática cai). A velocidade média pode ser igual, mas se considerares que memória está a ser acedida a determinada velocidade o caso muda de figura. A solução implementada pela PS4 é muito mais eficiente, dado que tens maiores quantidades de memória a serem acedidas a maior velocidade.

            Se a PS4 tem problemas de largura de banda (ainda para mais com os canais onion e onion+), então a Xbox ONE não correria o jogo! É tão simples quanto isso. Por isso esquece essa tua teoria.

            O problema não está no GPU. Aliás, tendo em conta que até Destiny foi lançado a 900p na PS4 ( o que significa que ao contrário do que tentas pintar os 1080p são uma escolha dos produtores, e não uma obrigatoriedade), os 1080p em The Witcher foi uma decisão consciente da CD Project. E provavelmente a resolução para a qual planeou o jogo tendo depois de a cortar para a Xbox ONE.

            Os problemas que The Witcher na versão da PS4 são o sreen tearing e quedas nos fps. Isso tudo é devido ao CPU. E a única razão pela qual a Xbox ONE ainda não sofreu esses problemas é porque teve a resolução cortada e a ainda assim conta com parte de um núcleo extra e maior velocidade de relógio.

            E tendo em conta estes dados, e o facto do jogo ter sido programado em DX11 que tira pouco partido de processamento multinúcleo e além disso teve que ser convertido para a consola da Sony , é de admirar o poder e a eficiencia da PS4, que se aguenta como se aguenta com títulos tão mal optimizados!

            Dúvidas que a PS4 consiga rodar jogos de mundo aberto e vivos? Aliás, mais risóriamente, que a PS4 consiga rodar Sunsett Overdrive a 1080p?

            Não há razão nenhuma para que não o faça! Ela tem tudo o que a Xbox ONE tem, só que melhor! E deves te esqueçer de Infamous Second Son, não? Jogo que tinha mais efeitos gráficos que Sunsett, mais partículas geradas no ecrã, e rodou a 1080p!

          • Pois cai… e para 140 GB/s. O mesmo que na PS4!
            Mas Bruno… Destiny é 1080p. Acho que deverias querer dizer Unity!

          • Já que andam a falar do gargalo do cpu…
            Se ele for bem otimizad,o faz se muitas coisas!
            E é suficiente para está geração!
            Porque?
            http://www.gamezone.com/news/update-planetside-2-won-t-be-locked-at-30fps-on-ps4-after-all-3417456
            Pelos vistos planetside 2 irá ser lançado ser ter os 30 Fps bloqueados, pois andam anda próximo de chegar a 60 fps!
            E para n esquece que só usa 6 núcleos a 1.6 GHz 😉
            Quando acontecer a libertação do sétimo ainda mais melhor 😉

          • Não, referia-me mesmo a Destiny devido ao comentário de um leitor, quando Unity foi lançado, e o escândalo arrebentou sobre a pressão da Microsoft para ter paridade de resoluções, que dizia que Destiny tinha 900p mesmo na ps4, apesar de ter contrato de exclusividade na publicidade para a plataforma. Lembro-me de ter lido isto aqui.

            Mas parece que o jogo apesar de ser esperado nessa resolução, foi entregue a 1080p em ambas. Algo que desconhecia!

            Se a velocidade da esram cai para os 140 gb/s, então a velocidade média é inferior à velocidade na PS4, o que ainda torna as condições da memória na Xbox piores. Por isso, mais ainda fortalece a minha posição: os problemas de performance notados devem se a um pobre aproveitamente do CPU e não a gargalos na largura de banda. E duvido que o GPU seja o problema, se os efeitos gráficos são os mesmos que na Xbox ONE. Isto considerando que os 900p nessa plataforma se devem à esram.

            Isso são boas notícias em parte. Planetside 2 foi feito para ter milhões de personagens em simultâneo dado que é um MMO. O que testaram foi a beta, a qual ainda tem poucos participantes e por isso os fps são mais elevados. É melhor não tirar conclusões precipitadas.

          • Desconheço essa realidade. Para mim Destiny sempre foi 1080p na PS4, sendo 900p na xbox, mas alterado à última da hora!

            BTW, Planetsite 2 não será bloqueado a 30 fps… Mas terá fotogramas bastante superiores! Se chegará aos 60 fixos não se sabe ainda, mas ele já andava lá muito perto e a média rondava os 58.

  5. Bruno antes de mais nada, tens feito um excelente trabalho a antever a E3!

    Em relação ao The Last Guardian, penso que é desta que o jogo é revelado ao mundo, ironicamente o The Guardian, dá como garantido o jogo na press da Sony, e há rumores de que o próprio Mark Cerny está envolvido no projecto o que só pode ser bom.

    • Obrigado.

      Também acho. Acho que a grande surpresa da noite para o Outono será The Last Guardian, em conjunto com o lançamento de GT7 ( afinal passaram-se 2 anos, certo?) e acredito que veremos um trailer ou de Horizon, ou God of War IV ou do novo da Quantic Dream ( ou todos os 3), no fim, para 2016.

      Hellblade, Soma ( no Halloween de certeza) e No Man’s Sky serão os títulos que irão compor o catálogo para o Outono.

  6. http://vrfocus.com/archives/16369/project-morpheus-e3/
    Espero que isso n aconteça!
    Se eles falam só do VR…
    Eu adorei quando vi o gameplay do Rachet &Clank
    E quero ver jogos e gameplays que me façam ter a mesma reação que tive quando vi hj rachet & Clank!
    Mas tenho a noção que só irei ter isso por parte da MS!
    Mas espero que a Sony me surpreenda!
    Hj surpreendeu me :)
    E n me falam no The last Guardian…
    Essa história já vem desde 2007!
    Só acredito quando vir na E3!!!!

    • Isso refere que metade do booth (espaço na feira onde os jogos são disponibilizados para teste) da Sony será dedicado ao Project Morpheus exclusivamente.

      Mas na conferência vais ter títulos tanto para o Morpheus como normais, está descansado. A Sony não é malua a ponto de só falar no morpheus mas é normal que o queira divulgar dado que o lançamento está próximo.

      • Talvez podemos ver um treilar da Sucker Punch :)
        Quero mesmo saber o que andam a fazer!
        Como japassou um ano e tal…

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