Inverdades sobre o modelo de compra e os modelos de subscrição.

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Na batalha de muitos pela defesa do modelo de subscrição, há muitas coisas que são ditas que não são verdade, e ignoram o plano geral das coisas.

 – Comprar um jogo custa 70 euros, e no Gamepass tenho 200 por apenas 10 euros.

A frase de cima é muitas vezes lida ou ouvida quando se discute o modelo de subscrição sobre o modelo de compra. E apesar que a frase não é uma mentira, a realidade é que ela não aborda minimamente a realidade da situação, ignorando ou passando por cima de muitas facetas da realidade.

É que, quando analisamos a coisa a fundo, verificamos que a situação é bem mais complexa do que o ali dito, pelo que a frase é uma simplificação extrema de uma realidade que a acabar por deturpar completamente, passando uma imagem mais favorável do modelo de subscrição do que aquele que realmente existe.

Vamos ver que pontos ignora:



1 – O facto que apenas a compra fornece a posse.

Que o Gamepass custa bastante menos é inegável… Mas o Gamepass é basicamente um serviço de aluguer. O Gamepass é no fundo uma espécie de videoclube, onde pagando-se uma mensalidade, se pode usufruir de todo o catálogo lá presente.

Ou seja, tal como a compra vs aluguer de filmes, há diferenças. A compra permite que se possa ter a posse, acedendo-lhe para sempre e sempre que se quer. Paga-se uma vez, e é nosso para sempre.

Já o aluguer não fornece qualquer posse, e para se poder aceder… tem de se continuar a pagar. Deixando-se de pagar… deixa-se de aceder.

Mas há mais… pois mesmo pagando, pode-se poder deixar de aceder, o que acontece quando um jogo abandona o serviço. E nesses casos, a única hipotese de se manter o acesso ao jogo… é compra-lo!

Ou seja, o Gamepass não remove forçosamente a necessidade da compra. E para se garantir o acesso, a compra é sempre necessária.



Ou seja, a frase de cima deveria ser:

 – Comprar um jogo que é teu para sempre custa 70 euros, e no Gamepass tenho 200 por apenas 10 euros, enquanto eles estiverem no serviço, pois se saírem, tenho de pagar para os manter.

2 – O facto que o Gamepass não evita a compra.

É muito interessante dizer-se que o Gamepass fornece 200 jogos por 15 euros. Certamente mais interessante do que dizer que 70 euros apegas pagam um jogo.

Mas a realidade é que isso vai depender do jogo. Porque dado que os grandes nomes não ficam disponíveis no Gamepass no lançamento, a única hipotese de os jogar é… comprar.



E nesse caso, não só se paga o mesmo que quem não adere ao Gamepass, como manter o gamepass até se revela um custo adicional.

E apesar que mesmo assim o Gamepass poderá manter-se compensador, a realidade é que o que acabamos de expor revela uma realidade bem dferente, e a frase de cima deveria então ser (tomando em conta já a alteração anterior):

 – Comprar um jogo que é teu para sempre custa 70 euros, e no Gamepass tenho 200 por apenas 10 euros, enquanto eles estiverem no serviço, pois se saírem, tenho de pagar para os manter. Naturalmente que depois tenho ainda de comprar os jogos que me interessam e não saem dia um no Gamepass.

3 – O facto que ninguém é forçado a comprar os jogos no dia de lançamento.

É uma realidade que um jogo custa 70 euros… mas isso é no seu lançamento, sendo que, na maior parte dos casos, cerca de 6 meses depois o mesmo está já a 50 ou mesmo 40 euros. E isso implica que o custo da compra não é forçosamente 70 euros. Tudo vai depender de quando se compra.



Ou seja, a frase deveria então ser:

 – Comprar um jogo que é teu para sempre custa 70 euros se o comprares no lançamento, e 40 ou 50 se o comprares depois, e no Gamepass tenho 200 por apenas 10 euros, enquanto eles estiverem no serviço, pois se saírem, tenho de pagar para os manter. Naturalmente que depois tenho ainda de comprar os jogos que me interessam e não saem dia um no Gamepass.

4 – O facto que o Gamepass possui 200 jogos, mas a maior parte são jogos antigos e de baixo valor.

Este é outro ponto que não é abordado na frase inicial. O Gamepass possui 200 jogos, mas a maior parte das pessoas nem sequer toca na maior parte deles. São jogos de segunda linha ou jogos antigos, e acima de tudo jogos com valor comercial baixo, que não passam quando adquiridos, os 15 euros.

Isto a ser referido, alteraria radicalmente a frase, que englobando tudo o que vem de trás, ficaria  a ser:



 – Comprar um jogo que é teu para sempre custa 70 euros se o comprares no lançamento, e 40 ou 50 se o comprares depois, e no Gamepass tenho 200, a maior parte deles antigos e com um valor comercial que não passa os 15 euros, por apenas 10 euros, e isto enquanto eles estiverem no serviço, pois se saírem, tenho de pagar para os manter. Naturalmente que depois tenho ainda de comprar os jogos que me interessam e não saem dia um no Gamepass.

5 – O facto que os jogos físicos podem ser revendidos.

Um jogo comprado pode custar 70 euros novo, ou menos usado… mas para quem não os desejar manter, podem ser revendidos com uma perda de aproximadamente 20 a 25 euros, o que reduz o custo.

Caso a revenda seja feita diretamente, sem um intermediário a perda pode ser apenas de 15 euros.

Ou seja, a frase teria de ser:



 – Comprar um jogo que é teu para sempre custa 70 euros se o comprares no lançamento, e 40 ou 50 se o comprares depois, e que te pode ficar por 25 ou 15 euros se o revenderes, mas no Gamepass tenho 200, a maior parte deles antigos e com um valor comercial que não passa os 15 euros, por apenas 10 euros, e isto enquanto eles estiverem no serviço, pois se saírem, tenho de pagar para os manter. Naturalmente que depois tenho ainda de comprar os jogos que me interessam e não saem dia um no Gamepass.

6 – O facto que caso o Gamepass pegue, a concorrência a ele existir, e que nessa altura obter jogos pelos serviços de subscrição pode obrigar a mais do que uma mensalidade.

Já o referimos várias vezes, e basta olharmos para a realidade dos filmes. Netflix, HBO, Amazon Prime, Disney+, Paramount Plus, Hulu, Apple TV e outros são serviços que concorrem entre si, todos eles com exclusivos de interesse que obrigam a pagar várias mensalidades, ou a perder os mesmos por completo.

E não sejamos ingénuos: Esta é uma realidade que chegará aos videojogos caso os modelos de subscrição tenham sucesso.

Desta forma, a situação será:



 – Comprar um jogo que é teu para sempre custa 70 euros se o comprares no lançamento, e 40 ou 50 se o comprares depois, e que te pode ficar por 25 ou 15 euros se o revenderes, mas no Gamepass tenho 200, a maior parte deles antigos e com um valor comercial que não passa os 15 euros, por apenas 10 euros, e isto enquanto eles estiverem no serviço, pois se saírem, tenho de pagar para os manter. Naturalmente que depois tenho ainda de comprar os jogos que me interessam e não saem dia um no Gamepass. Espero porém que não surjam serviços concorrentes pois nesse caso terei de aumentar o meu custo para poder continuar a ter acesso à diversidade que tenho agora. E espero que não sejam muitos concorrentes para que o serviço não fique fracionado a um ponto onde terei mesmo de abdicar de algumas coisas, um problema que vocês que compram, não tem.

Resumidamente, acho que a maior parte das pessoas nunca ponderaram realmente todos os prós e os contras de ambos os lados, e acima de tudo não pensaram nas consequências que estes serviços tem para o futuro. Daí o uso de frases tão simplistas como as de cima!

Não se vai negar que, no meio de tudo isto, a compra tradicional se possa revelar mais cara, mas a verdade é que os modelos de subscrição podem trazer graves consequências, como a fragmentação de mercado com serviços concorrentes. E essa concorrência terá como consequência uma necessidade de preços baixos, que se traduzem na qualidade dos jogos, e nas menores receitas. Aliás estes serviços tem como vantagem o chamar mais clientes, mas o obter receitas mais lentamente, o que é um grande atrativo à monetização que elimina essa lacuna, como permite ganhos ainda maiores, mas á custa da liberdade de jogos, e dos custos no bolso do utilizador. E neste aspecto sempre me mostrei convicto que o modelo de subscrição a ter sucesso não só destruirá a qualidade dos videojogos, como trará custos ainda superiores aos atuais. A alternativa a tal é, tal como nos telemóveis, jogos capados, sem qualidade, e/ou cheios de publicidade.

Mas sobre isto o futuro dirá… Se estiver errado, ótimo… Nada se passou de mal, exceto um pessimismo exacerbado. Mas se estiver certo… aí é que a porca torce o rabo!

Eu recordo só o que mostrei à dias… a Microsoft entende que com 10 euros por mês é possível alimentar-se toda a industria dos videojogos, mantendo-a como está, e processando jogos de 16 GB de RAM, 8 núcleos CPU e 12 Tflops GPU na sua Cloud. Mas quando se fala no seu Windows 365 na Cloud… pede 18 euros por um núcleos e 2 GB de RAM, e 147 por 32 GB de RAM e 8 núcleos.



Ou seja… os tostões são só para os outros!



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Paulo
Paulo
1 mês atrás
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Argumentos bem sólidos, Sr. Mario.
O Xbox Gamepass só vale a pena para quem utiliza o esquema de promoções de 1 mês por 1 real frequentemente. Para mim, o serviço não vale a pena, por isso ainda prefiro comprar meus jogos no Xbox.

Carlos Zidane
Carlos Zidane
1 mês atrás
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Ótimo artigo Mário. Informações óbvias mas úteis dado o nível precário de pensamento crítico do nosso povo.

Carlos Zidane
Carlos Zidane
Responder a  Carlos Zidane
1 mês atrás

PS: assinei o GP por muito tempo, simplesmente pra jogar online no Xbox, me pergunto quantas pessoas fazem o mesmo.

Sparrow81
Sparrow81
1 mês atrás
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Eu não sei porque vc perde tempo explicando o óbvio. Caixista fanático é tudo burro. Não adianta desenhar.

AlterX
AlterX
Responder a  Sparrow81
1 mês atrás

Então vamos rezar para o que aquele documento vazado que dizia que horizon forbidden west chegaria a PS Now seja mentira não é mesmo?
bom, vindo da Sony
mentiras é o que não falta

Deto
Deto
Responder a  Mário Armão Ferreira
1 mês atrás

sem esquecer que MM e HFW tem versões para PS4.

ou seja, quando chegar e se chegar, ainda é capaz de ser a versão PS4.

Deto
Deto
Responder a  AlterX
1 mês atrás

Vai sim, depois que Bloodborne chegar no PC.

Carlos Eduardo
Carlos Eduardo
1 mês atrás
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Se o gamepass estivesse surgido na minha época de adolescente com pouquíssimo dinheiro mas muito tempo livre para jogar, eu seria um usuário assíduo. Me lembro quando comprei meu PS1 em 1997 (após ficar quase 1 ano fazendo bicos e juntando dinheiro), recebi 11 jogos de brinde além do CD demo. A maioria era ruim, mas joguei bastante todos, pois era o que eu podia jogar naquele momento (lembro com carinho de Ayrton Senna Kart Duel que era uma exceção nessa lista, como me diverti com esse jogo). Não tinha dinheiro para sair comprando Resident Evil 1, Tomb Raider 1 ou Crash Bandicoot 1 que eram os jogos badalados da época. Claro que tudo foi se ajustando com o tempo e gradativamente fui tendo acesso aos jogos badalados.

Na fase adulta as coisas são um pouco diferentes, porque o tempo livre reduz drasticamente, mas o dinheiro aumenta um pouco. Se você tem pouco tempo livre mas dinheiro o suficiente para investir no que deseja consumir, vai focar em aproveitar seu pouco tempo livre da melhor forma possível. Para mim o gamepass não deixa de ser uma alternativa, já que Forza Horizon 5 estará no serviço e eu tenho muito interesse em jogá-lo. A questão é que nesse contexto o gamepass deixa de ser “A” alternativa. Então esse raciocínio de 200 jogos para mim é utópico, porque de nada adianta eu ter 200 jogos disponíveis se a maioria deles não estão nas mais altas prioridades do que quero jogar, e meu tempo livre é pequeno o bastante para consumi-los em tempo hábil. Mas se eu ainda fosse adolescente, consumiria pelo menos a metade em pouco tempo kkkk

Só para concluir, eu assinei o serviço por algum tempo no meu PC, e me impressionei porque vários dos jogos third eu já tinha na minha Steam há muito tempo, pois regularmente entram em promoção, alguns com preços bem irrisórios. Isso não desmerece o serviço, mas confirma o item 4 pontuado pelo Mário.

Paulo
Paulo
Responder a  Carlos Eduardo
1 mês atrás

Sim. Vale muito mais a pena comprar os jogos do que gastar dinheiro num serviço que fica subutilizado.

Carlos Eduardo
Carlos Eduardo
Responder a  Paulo
1 mês atrás

A minha preguiça é com a idolatria e haterismo, i.e., quem compra jogo é trouxa, quem não assina o serviço é burro, etc., ou quem assina o gamepass é mendigo, só quer jogo velho, etc. é mais um serviço, mais uma opção. Posso perfeitamente voltar a assinar sem problemas, basta que entrem novos jogos no serviço que sejam a minha prioridade de jogar no momento.

De forma geral, uma parte da comunidade de games é infantilizada, e altamente influenciada por canais de youtube que passam o dia jogando videogame, como se o mundo real fosse isso. Até compreendo esse comportamento quando lidamos com garotos, mas cada vez mais tenho me surpreendido em ver pessoas de 40, 50 e até 60 anos se comportando na internet como se fossem adolescentes, se matando por causa de marca. Uma coisa é conversar sobre videogame, trocar idéia, falar da parte técnica, expor gostos pessoais. Outra coisa é advogar por marca. Credo cruz lol.

Deto
Deto
Responder a  Carlos Eduardo
1 mês atrás

fora que todo mundo assina streaming e já entendeu que pode ter 500 milhões de conteúdo lá, mas se não tiver UM que vc quer, ele não vale nada.

Sparrow81
Sparrow81
1 mês atrás
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E deixo aqui mais uma observação: o serviço tem 200 jogos, que se vc for jogar todos, eu disse todos, vc precisa de pagar muito tempo o serviço. Pra jogar 20 jogos num ano é muita coisa… Você não vence e tá lá pagando fixo seus 10 euros ou 40 reais, sem o jeitinho brasileiro né. Então o serviço se torna caro! Você pode gostar do que está lá, mas não vence, não joga nem todos os melhores jogos a tempo do serviço compensar. Doom Eternal teve promoções por 35 reais… Todos da bethesda entraram em promoções no PlayStation por esse valor ou menos que isso. O serviço não tem lógica alguma. Alias tem, a lógica é a empresa mostrar uma falsa vantagem e ganhar clientes por meses oferecendo menos do que se você comprasse.

Deto
Deto
1 mês atrás
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Acho que a gente precisa avisar sobre os problemas dessa falsa equivalência de falar que alugar jogos é o mesmo que comprar.

Mas tirando isso, realmente não estou preocupado. Não acho que esse modelo vai vingar.

Minha anedota sobre isso é que o GP e Xcloud é uma ideia inventada por um cara que iria perder o emprego se não tivesses essas ideias, Phill Spencer, aceita por um CEO que queria construir alguma coisa nova dentro da empresa que ele administra.

O mercado que eles inventaram foi os 2 bilhões de casuais de Celular… Que eles acham que vão assinar Xcloud com GP.

Se o GP fosse fazer tão tudo isso que os seus defensores e a MS fazem parecer, o xbox deveria estar vendendo 1:1 com o PS5, e o xbox one teria aumentado o market share em relação ao PS4 depois do lançamento do GP.

Esse tópico é interessante:

https://www.neogaf.com/threads/hades-ps5-players-have-already-pet-cerberus-over-10-times-14-as-opposed-to-xbox-2-78.1615667/

O Hades no Playstation tem mais jogadores que no Xbox “de graça” no GP…

Carlos Zidane
Carlos Zidane
Responder a  Deto
1 mês atrás

Eu tenho essa sensação, é coisa minha, de que o Xbox está com a corda no pescoço… Não sei o que mais pode ser feito, já que nem o GP pegou de forma a fazer a diferença, nem os jogos tem grande apelo, nem os grandes jogos do Xbox vendiam tão bem mesmo antes do GP.. eu fico realmente sem saber o que será, aqui na cidade nada mudou e o PS5 parece ser praticamente o único interesse, com algumas poucas almas falando do Serie S pelo preço mas, cheguei a ficar sabendo de gente pagando 2800 num PS4 Slim (que não existe estoque mais, raramente) e deixando o Serie S lá que é o único console que fica em estoque atualmente… É meio maluco isso, eu não entendo

AlterX
AlterX
Responder a  Carlos Zidane
1 mês atrás

Xbox com a corda no pescoço?
mesmo sendo melhor lançamento de Xbox na história? recorde em receita, etc…
será que o Nadella está mentindo?
Como pode a Microsoft deixar um caras desses ser CEO

Deto
Deto
Responder a  AlterX
1 mês atrás

o cara já começou o post falando que “tenho essa sensação, é coisa minha”

mas né?

Deto
Deto
Responder a  Carlos Zidane
1 mês atrás

É de se imaginar isso, se pensar que algum tempo atras o xbox estava fechando tudo, o Daniel Ahmad falando que a MS tinha cortado o “cheque em branco” do xbox.

ai o phill deu a ideia dos serviços, xcloud e GP; nadella entrou na dele e estamos ai.

Se o serviço não der certo, o que vc acha que vai acontecer?

Deto
Deto
Responder a  Deto
1 mês atrás

lendo o Gaff um cara lá comentou sobre o Mobile… que a Nintendo entrou, fez um baita sucesso e saiu.

ai lembrei do Gaikai, da PSN Plus….

Sony foi a pioneira nos serviços, Nintendo no Mobile… Ambas saíram fora disso.

Ai agora vem a MS e diz “a gente vai fazer um serviço e focar no mobile”

Basicamente a MS tá tentando juntar os dois “fracassos” da Nintendo e Sony e fazer o sucesso dela… chega a ser um pouco de ego inflado vc achar que vai conseguir vencer onde Nintendo e Sony não conseguiram.

Se fosse só a Nintendo ou somente a Sony flopando, mas não… foram as duas.

Entrevisa do Nadella lá perguntando pq deveriam investi no xbox e em jogos sendo que estavam sempre atras da Sony…. deveria depois de ter essa resposta dos executivos e comprado o Minecraft, perguntando “Se nintendo e sony falharam no mobile e serviços respectivamente, pq a gente vai vencer?”

Sparrow81
Sparrow81
1 mês atrás
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Off- Aaron Greenberg fez um post no twitter dizendo: Hades, goty do ano passado está disponível no gamepass. Esses caras merecem essa comunidade de idiotas. Não é possível.

Em tempo, tô jogando esse game e vou te falar, se for 80+ é muito. Repetitivo, chato, gameplay cansativa… Que jogo superestimado.

AlterX
AlterX
Responder a  Sparrow81
1 mês atrás

Parabêns
você descobriu o gosto pessoal

Deto
Deto
Responder a  AlterX
1 mês atrás

acho engraçado, que o Aaron faz uma afirmação, mas é gosto

o cara ali em cima disse “tenho essa sensação, é coisa minha que o xbox tá com a corda no pescoço”

vc já veio todo defensivo, “que absurdo, chamou o Nadella de mentiroso”

curioso não?

para defender marketeiro do xbox, afirmação vira opinião, para atacar quem fala mal do xbox opinião vira afirmação.

Sparrow81
Sparrow81
Responder a  AlterX
1 mês atrás

Cara, apenas pare. Sua burrice passou de todos os limites. Não dá! Eu não vou ficar aqui discutindo com um moleque que não consegue intepretar o óbvio.

Juca
Juca
Responder a  Sparrow81
1 mês atrás

Eis aí uma das vantagens do Gamepass… Sou curioso por Returnal, mas não tenho coragem de me arriscar em comprá-lo por 350 reais pra não gostar… Também achei Hades interessante, mas longe do que hyparam ele. Sorte que o comprei a bom preço na Steam.

Sparrow81
Sparrow81
Responder a  Juca
1 mês atrás

Vc paga sempre 270 em Returnal. Seja no lançamento ou agora. Mídia física. Agora se vc olha pro digital apenas, infelizmente tu é muito inocente, né? Eu paguei 200 em Returnal mídia física.

Juca
Juca
Responder a  Sparrow81
1 mês atrás

Onde compras lançamentos a 200 reais? Gostaria de saber, se não for invasiva a minha pergunta.

Deto
Deto
Responder a  Sparrow81
1 mês atrás

e para quem esse twitte é direcionado?

hardcore sabe quem ganhou goty 2020

casual nem sabe o que é Hades e ainda sabe o que é Last of Us.

quem sobra para curtir isso ai?

quem sobra para curtir isso ai é para que “publico” o greeberg twitta… Nintendo e Sony não tem um gerente de marketing exclusivo para esse “publico”

Edson Nill
Edson Nill
Responder a  Deto
1 mês atrás

O pior é que ele não está errado, mas usa meias verdades! A Hades ganhou vários prêmios de game do ano, porém o Goty é do TGA e ele faz propositalmente para fazer guerrinha de consoles. Aaron não muda!

Sparrow81
Sparrow81
Responder a  Edson Nill
1 mês atrás

O Hades é 80+ no máximo. Nem deveria concorrer a goty, quem dirá ser goty em algum lugar. Tô jogando aqui e leva uma surra de Returnal.

Deto
Deto
Responder a  Edson Nill
1 mês atrás

pois é, eu não vou criticar o marketing do xbox e o que ele é voltado, pq senão daqui a pouco tomo ban.

mas o ponto que eu queria ressaltar é qual o publico alvo que o Aaron alimenta.

andrio
andrio
Responder a  Sparrow81
1 mês atrás

Twitter cada dia vem virando esgoto nessa area gamer. Todo dia tem fanboy desmiolado brigando seja sonysta, caixista ou nintendista. Agora temos várias pessoas da mídia criando picuinha com coisas bobas. Exemplos….

* Cara reclamando dizendo que é dificil desligar o ps5 lol.
* Praticamente todo dia rola uma certa cobrança em cima da sony sobre novidades
* Ano que vem a sony não lançará nenhum jogo true NextGen.

Parece que, o que feito até agora não valeu de nada.

Juca
Juca
1 mês atrás
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Há argumentos complexos por trás de cada “sofisma” dos fanboys.
Acredito que num mundo ideal a precificação das coisas se daria de acordo com as posses de cada um e a satisfação ou utilidade trazida pelo negócio firmado.
Penso que quem pode e gosta de games, deveria fazer o esforço pra comprar em lançamento, ou na medida do possível, fazer o negócio para que o máximo de dinheiro possível vá para aquele que proporciona a experiência que você gostou, o desenvolvedor.
Vale lembrar que comprar usados ou arrendar jogos pelos serviços deveriam ser os penúltimos recursos (o último, a pirataria) para se ter acesso a games de qualidade, por razões óbvias.
De qualquer forma, estamos em um mundo livre e com diversas formas de pensar. E penso que o que aquilo de que se gosta deve ser sempre valorizado, mas ponderações devem sempre ser feitas.

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